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segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Número Fibonacci

Sabem o que o número Fibonacci tem em comum com o post de hoje?
































ABSOLUTAMENTE NADA.

Conhecem este simples rapaz?


Caso alguém não o conheça feche este sua aba ou janela da internet e vá ter dignidade na vida, pois ela é um lixo. 


Mike Shuman logo depois das gravações do álbum Era Vulgaris (QOTSA) resolveu descansar um pouco do baixo e da pedra, juntando-se com mais dois amiguinhos e formou o Mini Mansions (2009).
Com Shuman nos vocais, teclados, guitarras e bateria Mini Mansions leva um som indie com requinte de crueldade.

Os outros dois integrantes são Zach Dawes (vocais, baixo, teclados) e Tyler Parkford (vocais, guitarra, teclados) em alguns momentos me lembram Beatles com seus coros em outros até mesmo Oasis na levada...mas com uma certas viagens psicotrópicas.
O álbum com o mesmo nome da banda tem 12 faixas sendo tres delas vinhetas que por mim continuariam pra deixar de ser apenas uma vinheta e sim belas canções.

Escute "MONK" uma das melhores faixas do álbum na minha  escura opinião.
E é normal não achar nenhum relação com QOTSA (talvez alguns timbres de baixo) mas o som em si é totalmente diferente.



Fuck Yeah.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Interpol


Preparem-se... este vai ser um longo post...

Estavam com saudade da minha verborragia? Nem eu.

Ainda bem que essa merda não tem limite de caracteres como aquela desgraça chamada Twitter, senão eu não ia conseguir terminar nenhuma postagem, já que minha capacidade de condensação textual é tão boa quanto a da J.K. Rowling.

Essa é mais uma daquelas bandas que eu só ouvi tardiamente e fiquei me perguntando: “Por que, senhor? Por que? Como deixei isso passar batido?”


 O que aconteceria se você cruzasse Joy Division  com Franz Ferdinand? (tá, Interpol é bem mais antiga que Franz Ferdinand, mas você entendeu!)

Climático, denso, viajante, com 2 excelentes guitarristas, um baixista talentosíssimo  e sem toda a alegria/gayzisse presente em FF, mas com as bateras quebradas e a vibe indie. Parei pra ouvir a discografia dos caras e não achei uma música alegrinha. Não à toa suas músicas foram temas em séries como “A Sete Palmos” e eles abriram para bandas felizes e alegres como The Cure.

Algumas letras, como a de "Rest My Chemistry" do terceiro álbum da banda são bastante confessionais e tensas:

“I live my life over cocaine
Just a rage and three kinds of yes
And I've made stairways
Such scenes for things that I regret”

A maneira como o vocalista/guitarrista Paul Banks cita a época em que ele abusava daquela substância presente na Coca-Cola é sensacional, principalmente no verso abaixo:

Just a rage and three kinds of yes” – De quantas maneiras você pode usar drogas? (hein, Gomes?) 1 – fumando / 2 – Cheirando / 3 – Injetando

Genial.

Considero essa uma das melhores músicas da banda. Letra fuderosa, climão, batera marcada, pianinho classudo e um riff animal no fim da música, daqueles que te transportam pra outra dimensão... Que saudade da época em que a gente parava, botava um fone de ouvido, deitava e esmiuçava a música, trecho a trecho, verso a verso. Hoje a gente consome essa porra que nem fast food, sem nem prestar atenção ao que estamos ingerindo...

O quarteto nova-iorquino tem vários momentos sensacionais, como “NYC” e “DAC” do primeiro disco, “Take You On A Cruise” e seu riff post-rock fodarástico do segundo cd “Antics”, a já citada “Rest My Chemistry” do terceiro, e “Sucess”, do quarto e (mais fraco?) último disco da banda.

Na dúvida sobre qual postar, vai o primeiro mesmo pra vocês começarem a ouvir a banda. Se curtirem, baixem o restante da discografia. Vale a pena.

Sem piadinhas no final do texto pois ouvi muito essa caralha ultimamente, tô meio deprimido, até cortei meus pulsos aqui e há qualquer momento posso desmaiar e deixar esse texto sem uma conclusão decente e  

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

HEY HEY

Voltei =)

Bem, voltei mas acho que o blog poderia ter dado uma parada até Abril, o ano só começa depois do carnaval porra! Fala sério...


Eu ia postar semana passada, mas acabei esquecendo. É muito tempo dedicado à minha nova assinatura do Suicide Girls( NICE).

Esse post eu já tava pra fazer desde o ano passado, ouvi no finalzinho do ano e achei foda d+. E acho bem propício em tempos de SOPA.

Primeiro vou apresentar os personagens.



Shooter Jennings - Autor





Stephen Fuckin King - Narrador



Black Ribbons - Álbum


Shooter Jennings é um cantor de rock country americano. Filho de pais cantores do mesmo estilo, passou sua infância vivendo num trailer em turnê com eles pelos EUA. Bem, não eram artistas consagrados ou bem remunerados, então vocês imaginam que não era muito fácil. Pelo menos isso lhe serviu para alguma coisa. Aprendeu a tocar diversos instrumentos em especial guitarra e, claro, virou um puta músico.

Passou a seguir em carreira solo no estilo country lançando discos até relativamente bem sucedidos na terra do Tio Sam, mas hei que em 2010 ele e sua banda, a The Hierophant resolvem jogar tudo pro alto e fazer algo completamente diferente.

E então gravam o Black Ribbons, um disco totalmente conceitual mostrando vertentes totalmente diferentes das que ele já tinha apresentado. O disco fala sobre uma época no futuro
que o governo começa a controlar toda a informação emitida em qualquer forma de comunicação.

E daí entra Stephen King.


O escritor faz o papel de um locutor de rádio "Will 'o the Wisp" em sua última transmissão, antes que o estado tome o local. Nisso, ele vai tocando as músicas que representam um protesto que o governo não quer de jeito nenhum que vá à tona.

E faz discurssos como este:

"From the center of nowhere
Atop the shoulders of giants
Above the creeping fog of disinformation that clouds the American union
This is Will 'O the Wisp
And this is The Last Light Radio
Your last beacon of truth and defiance"

Como o King comprou esse projeto eu não faço a mínima idéia, mas tenho certeza que ao ouvir as músicas e a idéia do álbum, ele deve ter achado foda pra caralho.


A sonoridade do disco é dark e bem soturna na maioria das vezes. Com muita influência de NIN(teve um momento que achei que eram eles mesmos). Inflências de stoner, desert sounds e um pouco de country para ninguém dizer que o Shooter esqueceu das origens. Isso tudo revestindo músicas claramente......pop's. O que está longe de ser ruim.

O disco é longo, 20 músicas - como todo disco conceitual deve ser - por isso, se você vai se dispor a ouvir, recomendo parar com calma, botar os fones de ouvido e embarcar na história. Vai se sentir vendo um filme de ficção científica dos anos 80, na maior parte do tempo.

Para aqueles que curtem Pink Floyd e afins, um prato cheio.

Fico por aqui, primeiro post de 2012, que Kimbo Slice me dê forças para postar toda a semana sem esmoecer.

E vamos aproveitar bem o blog que a hora que a SOPA vir, vamos ter que voltar a nos reunir no play do prédio e jogar "Jogo Da Vida" afim de matar o tempo.




terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Foals – Antidote



Hoje vou falar do cd de estréia desse quinteto britânico. Lançado em 2008, este aclamado cd de math rock foi muito bem recebido pela crítica. O que não diz porra nenhuma, mas mostra que ainda há esperança no meio desses pseudo entendedores frustrados de merda.

Produzido pelo guitarrista do TV On The Radio, Dave Sitek, considero esse cd BEM homônimo.

É difícil pular uma faixa, pois pra mim todas são boas, com destaque pra faixa de abertura “The French Open", (que apesar de conter uns vocais que na minha primeira audição me deram vontade de rir, é uma faixa muito boa, com uma guitarrinha que me remete ao Dorgas), “Red Socks Purgie”, a terceira do disco, contém uns tecladinhos matadores, que dão um climão pra parada. Gosto muito do baixo dessa música. E aí vem uma sequência excelente, com “Olympic Airways”, “Eletric Bloom”, (minha favorita do disco, com uma guitarrinha reverberando na música toda que é uma viagem só e uma linha de baixo excelente) e “Balloons”.



Com alguns momentos que são puras jams, como no final de “Heavy Water”, considero este um excelente cd. E foi ele o motivo dessa banda ter mais de mil execuções no meu Last.Fm. A linha de baixo da última faixa, “Tron” é de fazer inveja ao Simon Gallup. Timbrão.


Indie ao extremo, se você tiver numa fase mais rocker, mais porrada, nem tente este cd. Se você tiver com a mente aberta e o cú fechado, vale a pena experimentar essa bagaça. Discaço. Não sei como não o postei antes.



terça-feira, 16 de agosto de 2011

Death Cab For Cutie


Mudei meu post aos 45 do segundo tempo porque tenho ouvido pra cacete esse quarteto de Washington.

Se você ler a descrição em inglês do Death Cab For Cutie no Wikipedia (que muitas vezes é fonte de informações absurdamente erradas) verá que a banda é descrita como EMO.

Não sei se a informação é absurdamente errada, mas visto que EMO veio do Emocore, e de Core o Death Cab não tem nada, acho que quem escreveu falou merda.

Tudo bem que 90% das letras do Death Cab (algumas sensacionais) falam de amor, mas o som tá bem mais pra indie ou alternativo, sem bem que tudo é alternativo agora...

Decidi não recomendar um cd em específico deles, pois não vejo nenhum com status de obra-prima, ou que mereça estar nesse reino seleto celestial, mas a banda tem algumas músicas que são sensacionais.

Pra mim, todos os 6 primeiros CDs da banda tem pelo menos 3, 4, músicas desse nível. Visto que seus CDs tem sempre 10, 11 músicas, acho até um número razoável, já que até agora foram lançados 7 cds. (Não incluirei o último cd Codes And Keys lançado em maio desse ano nesse apanhado, pois ainda não parei pra ouví-lo com calma, e o pouco que ouvi não chamou minha atenção, achei tudo meio pomposo demais...)

A banda faz um indie rockzinho meloso/melódico bom de ouvir, não sei se pelas guitarrinhas bonitinhas em algumas músicas, ou se é pela voz agradável do vocalista, guitarrista, e mente por trás de tudo, Ben Gibbard.


Apesar de no geral as melodias serem bem simples, algumas soam mais complexas, como a viagem Line Of Best Fit, última música do cd de estréia deles, Something About Airplanes, de 1998.

Outras mesmo sendo simples ficam na cabeça, caso de We Laugh Indoors, (que tô ouvindo igual à um tarado), terceira música do terceiro álbum (The Photo Album, 2000) que começa com uma levada repetitiva na bateria, que acaba ficando meio hipnótica, assim como o refrão que também é repetitivo, e termina com um efeito/solo de guitarra que apesar de simples é daqueles que te levam pra outra dimensão.

Algumas músicas tem pequenos detalhes, como um riffzinho de guitarra, umas notinhas no piano, ou um efeito no teclado, que fazem uma diferença fudida, ou dão um climão pra parada, caso de Debate Exposes Doubt, última música do The Photo Album, que quando você não esperava mais nada dela, vem o efeitinho simplíssimo no teclado e vira o jogo.



E mesmo quando alguns de seus CDs parecem repetitivos e algumas músicas similares, você se depara com momentos como Transatlanticism, sétima música do cd homônimo de 2003.

A faixa é bem diferente das outras músicas de trabalho da banda. Com uma levada bem viajada, introdução no piano, leves acordes de guitarra, e quase 8 minutos de duração, ela tem uma das melhores letras já escritas por Ben. Se você tiver terminado com sua namorada, ou tiver sofrendo de amor pela sua prima, vizinha, vizinho, ou instrutor da academia, não ouça essa música. Sério. Se você tiver tendências maníaco-depressivas então... A décima música desse disco, We Look Like Giants é a prova de como falar de amor adolescente com classe... o final, com alguns acordes de guitarra, piano e uma levada repetitiva (macete deles, percebi...) na bateria compressada até o talo e cheia de efeitos é do caralho. Um dos melhores momentos da banda pra mim.

I Will Posses Your Heart, a segunda faixa do sexto (e que muitos consideram o melhor) disco do grupo, Narrow Stairs de 2008, é uma viagem de 8:26 minutos. Belas linhas de baixo e piano, e excelente senso de dinâmica do batera Jason McGerr nas alternâncias entre momentos mais suaves, e ligeiramente mais pesados, e nas acentuações. Veja o clipe abaixo e você vai entender que a música é uma viagem, literalmente:





Melhor começar a preparar o encerramento desse post que já tá grande pra diabo, então encerro dizendo que sim, Death Cab é indie, bandinha de menininha, de viadinho, ou qualquer outro adjetivo que possa ser usado para afeminar os ouvintes dessa banda, mas acho que se você ouvir com o cú fechado e o coração aberto, DCFC tem o potencial para realmente mexer com você e fazer você refletir em alguns aspectos amorosos da sua vida.

Pra quem gosta de informações inúteis, o personagem Seth Cohen, interpretado por Adam Brody na falecida série “O.C. – Um estranho no Paraíso”, é fã da banda, tendo inclusive o Pôster de Transatlanticism no quarto, e feito várias referências ao quarteto no decorrer da série.

Aí você me diz: FODA-SE.

Nos comentários, além do apanhado, um txt com a relação das músicas presentes, com a ordem, e o nome do cd a qual ela pertence.

Dig Din.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Nada Melhor que....



Postar alcoolizado no Sua Mãe...
Depois de horas no bar e muita cerveza com nem sei quem tô aqui pra postar
Hoje vou de Fink, músico, compositor, guitarrista, produtor, DJ. FODA bagaraio...
Se você está naquele dia da Galada Rainha coloque esse som para o conjuramento final usando corselete de couro CA +10.
Com uma levada de violão voz, acompanhado de uma bateria produzida pelos Incas de madagascar e uma linha de baixo tênue das ilhas da montanha do Tibet temos um ápice de amor e paixão unidas pelo nome de Jeová.
Recomendo, "Little Mail box" e "Blueberry Pancakes" também.
Prazer expresso após sexo ao som de "So Many Roads"
Sandy falou que lá nos comentários você encontrará muito prazer e não só o Anal.
E vai pelo caralho, tá tudo com o cu dando bote ai.


"This is the Thing"



segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Lead Ballon

Hoje venho aqui mais uma vez em nome da sociedade secreta dos negros avassalados nos bosques brilhantes da juventude.
Vou deixar aqui o tal do Liam Finn, que diria ate mesmo muito orgulhoso e depravado com suas apresentações ao vivo em que faz o show praticamento sozinho...tirando uma gordinha sexy que canta com ele (Uiiiii)
Ai fica o album I'll Be Lighting do Liam Finn ele já fez tour com Eddie Veder, Black Keys, Pearl Jam e por aí vai candangando pela vida perene com seu rock talvez indie, talvez alternativo...
Destaque pra algumas músicas como Lead Ballon, Better to Be, Second Chance também.