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terça-feira, 23 de outubro de 2012

Smoke & Jackal - No Tell


Boa noite.

Venho por meio desta indicar-lhes o recém lançado EP de estreia da dupla americana que nomeia esta postagem.

"No Tell" ainda não vazou, então deixo apenas o link do soundcloud dos caras para vocês conferirem. Vale MUITO a pena.

Principalmente pelas EXCELENTES "Safe Face" e "Fall Around".

E pra vocês, ogros, que acham que as namoradas servem apenas pra cruzar, informo que foi através da minha que descobri esses caras. (Mô, te amo!)

Obs.: Bavaria, você que tá chegando agora, não se assuste, este blog já foi um antro de testosterona. Hoje, são só flores, arco-íris, e amor no coração...

Como todo bom projeto paralelo que se preze, não achei muita informação sobre a dupla, mas só o fato de um dos candangos ser o baixista do Kings Of Leon, já qualifica os caras a serem dignos da audição de vocês.

O som deles é beeeeeem minimalista, meio down-tempo, meio trip hop...  boa trilha sonora pra cruzar...errr... fazer amor com as senhoras de vocês.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Clima seduzente e envoltor

E começam as Olimpíadas para todo o mundo e olim-piadas para mim. É sempre uma boa época pra rir dos esportes cretinos e meditar encima de reflexões tão profundas que atingem o âmago de minha existência. Exemplo: Ginástica olímpica. Eu nunca entendi essa merda. O maluco vai lá, sai correndo, dá 3 mortais pra trás, 2 triplos twist-escarpado-descacetado-descabaçado, solta laser pelo olho e quando cai, se ele dá um passinho pro lado, tá desclassificado. POOOOOOORRA!!! tudo que ele fez antes do tal passinho pro lado foi irrelevante né?? Outra, por que diabos badminton é considerado um esporte?? E quão emocionante seria a transmissão de uma partida olímpica de xadrez?? E por fim, por que TODOS os competidores de tênis de mesa são nipônicos???? Sério, tava passando uma partida (emocionante!) entre senegal e islândia e eu confundi os dois com o Hugo Hoyama.

Mas pra que que eu to falando essa porra toda num blog de música???? Continua lendo que no final tudo fará sentido.






Ou não.

É, não vai fazer sentido mesmo não, mas continua lendo sim :)


Na verdade, darei início a uma nova série de posts em homenagem a terra da rainha que foi salva por deus (o mesmo deus que não me salvou, nem a nenhum de vocês), a terra da pontualidade e, sobretudo, a terra da revolução e representatividade musical. A terra a qual emergiram as duas bandas que habitam carinhosamente este meu coração símio, The Prodigy e Depeche Mode.

Sendo assim, até o final das olim-piadas, teremos acesso a bandas genuinamente britânicas, acompanhadas de informações irrelevantes sobre as diferenças políticas e geográficas da região, perguntas olímpicas e algumas outras inutilidades. Você não pode deixar de perder!

Abrindo esta magnífica sequência, acenda velas, incensos aromáticos, jogue pétalas de rosa sob a cama, pegue aquela garrafa de velho barreiro que o amor paira sob o ar:



Pegando carona no último post de vinão, apresento-lhes a banda originária de Chris Corner, Sneaker Pimps, em seu segundo e melhor disco na minha alcoolizada opinião.

Com uma sonoridade trip hop influenciada pela ala inglesa desse estilo (Portishead, Tricky, Massive Attack, Archive), com um quê de pop/rock alternativo (Depeche Mode, Fink, Metric - a fase antiga, e única que preste...), esse disco fala sobre algo que eu não faço a mínima idéia, num sei de porra nenhuma das letras, mas a musicalidade é fantástica. Uma atmosfera bastante intimista, melancólica e sensual, como um bom trip hop deve ser.

Destaques absolutos pra "Half Life", "Low Five" e essa Flowers & Silence, que se tivesse o vocal sublime do Dave Gahan eu confundiria facinho com alguma dessa fase contemporânea do Depeche:



Vou indo nessa que o chá das 5 me espera aqui em londres, mas antes deixo no ar uma pergunta a ser respondida por vocês até meu próximo post:

por que num é o cavalo que ganha a medalha no hipismo???????????????????????????

terça-feira, 29 de maio de 2012

Medidas Desesperadas



Não, não vou postar o infame filme que conta com atores do quilate de Michael Keaton e Andy Garcia (oi?!), que começa com uma premissa interessantíssima mas desemboca num rio de merda e clichês que vem em cascata, um atrás do outro. Decepção pura.

Este post é para chamar atenção de vocês:

Essa aqui é a Scarlett:

Essa aqui é a Eva:

E essa aqui todos vocês conhecem, é a Silvinha:

Bem, se nem com essas 3 produtoras de calo em série eu conseguir a atenção de vocês eu desisto. Não vai ser com esse cd que irei obtê-la.

“End Titles... Stories for Film” é um disco de 2008 gravado pelo grupo britânico Unkle (que já teve em sua formação ninguém menos de DJ Shadow!!!), que aproveitou a sobra de outros discos, e o fato de ter trabalho em trilhas sonoras, para gravar um álbum unicamente com canções que poderiam fazer parte de trilhas sonoras de alguns filmes. ETSFF tem de TUDO um pouco. De Folk (Open Your Eyes), à eletrônico (Black Mass). Mas a base desse cd é o bom e velho Trip Hop, com um pé no Rock, e levadas downtempo...

Saca minha postagem passada, da coletânea introspectiva? (que ninguém ouviu... buáááá!) Esse cd tem alguns momentos que DEVERIAM estar lá. Mas posto-o inteiro pra vocês.

Seguem algumas informações relevantes sobre este disco:

1 - Titio Josh (sempre ele!) participa da faixa de número 8: Chemical, o que já significa que o disco não pode ser ruim. (Hatter’s – Ciro – gonna Hate)

2 - No final de 2008 Unkle relançou este cd remixado, e contava com uma versão de Burn The Witch. (!!!)

3 - Além do frontman do QOTSA, vários artistas participam desse cd, como Chris Gross, Gavin Clark, e Joel Cadbury, vocalista do South, banda já postada por mim aqui nessa bagaça.

Atentem para as EXCELENTES "Cut me Loose", a já citadas "Chemical", Nocturnal", "Can’t Hurt", "24 Frames", e "Heaven", que é a segunda melhor música desse disco. Contando com a participação de Gavin Clark e seus belos vocais, a música é matadora, e os riffzinhos de guitarra no final... meu Deus...

E um disco que contêm isso, não pode ficar de fora desse blog:


Sério, essa é uma daquelas músicas que quando eu ouvi eu pensei: PUTA QUE PARIU, por que diabos eu não conhecia isso antes? Massive Attack, Portishead, Morcheeba… o melhor do Trip Hop tá aqui. Os 56 primeiros segundos dessa música compõem simplesmente a melhor introdução que já ouvi na minha vida. SÉRIO. POR FAVOR, ouçam isso com fones de ouvido. Com vocais introdutórios que me lembram o Sting nos seus melhores momento solo, eu cheguei a me perguntar porque a música não seguiu esse padrão até o fim... o que não faz de Against the Grain uma faixa ruim, muito pelo contrário, ela beira o sublime, com seus arranjos de cordas, e o riffzinho suave e marcado a la Johnny Marr que acompanha a música até o final... se vocês não gostarem disso, me avisem que apresento vocês à um amigo especial...


Esse aqui é o Kid:

P.S.: ANTES QUE ACHEM QUE CITEI A MULHERADA PARA GANHAR VIEWS JÁ QUE DESCOBRIMOS A MINA DE OURO, ESSE MEU POST DATA DE 28/03, DA ÉPOCA EM QUE APENAS EU E O OUTRO NEGRO BEM DOTADO ESTÁVAMOS FREQUENTANDO ESTE BLOG. 


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Post carnavalesco

TIRA ESSA MÁSCARA COLORIDA QUE TU É MOLEQUE!!!


Hoje acordei meio pensativo. Datas como o carnaval, que sempre nos instigam à reflexão e introspecção constantes, me motivam muito a pensar, em tentar encontrar um sentido pras pessoas saírem às ruas fingindo serem felizes, livres, hedonistas. Então eu levanto da cama e vou consultar meu orientador de monografia, Sr. Wikipedia. Ele, em sua infinita sabedoria, profetiza que:

"A palavra "carnaval" está, desse modo, relacionada com a ideia de deleite dos prazeres da carne marcado pela expressão "carnis valles", que, acabou por formar a palavra "carnaval", sendo que "carnis" em latim significa carne e "valles" significa prazeres."

Tá aí. É uma pena que as pessoas perderam o sentido original da festividade e insistem ir para blocos, sambódromos, bailes de máscara... em vez de simplesmente louvar ao deus-mor Dionísio (ou Baco), contemplando os vinhos, o sexo, a natureza... de preferência essa porra toda ao mesmo tempo (um sexo desenfreado, banhado à vinho em ilha grande por exemplo).

E aí voltamos à dúvida que mais paira em minha mente inquieta: até quando as pessoas vão continuar ignorando o fato que vivem PARA o sexo? Que praticamente TODAS as suas ações (coletivas e muitas individuais) voltam-se ao sexo. se não direcionadas inicialmente, um meio para, ou um fim em si mesma. Desconfio ainda que se o sexo não existisse, ainda estaríamos morando em cavernas. Ou você realmente acha que a invenção da roda foi pela preguiça de andar?


Mas que diabos isso tudo tem a ver com o post de hoje??

Qual seria o propósito de postar Orquestra de Olinda, Alceu Valença ou similaridade que o valha no carnaval????
O meu intuito é postar tudo aquilo que você NÃO vai ouvir por aí nesse carnaval. E você pode até não usufruir dessa música durante o carnaval, mas certamente hora ou outra você me entenderá.



Faz tempo que eu não ficava tão encantado com algum som. Já começou me atraindo pelo nome. E logo após a primeira audição, ao constatar que a definição só é mensurável quanto a qualidade. Já a sonoridade, um misto de trip-hop, ambient, rock, post-punk, MPB... tudo isso aliado à poesia (letras em português, há de ressaltar) e uma atmosfera bem intimista.

Já na primeira música Mercúrio-Cromo sinto uma pegada que me lembrou um pouco a Angel do Massive Attack (olha nos meus olhos e diz que me ama, me chamando de pedacinho do céu se uma referência dessa pode ser menos que FODA). O que indica que a estrada para o deleite é garantida, que será devidamente percorrida com os riffs finais de Nova e Texto de fala.

Consultei o oráculo Mr. Google atrás de mais informações, mas o máximo que consegui colher é que é um projeto de Minas Gerais, na ativa há algum tempo e que lançou esse cd/ep em 2003. Inclusive não achei qualquer informação se o projeto ainda tá valendo e se vem mais preciosidade por aí.
Mas o release que tem no last.fm é algo digno, expressa bastante o que é o Semisericórdia:

“Semisericórdia é a catarse de emoções transformadas em música.
é como dou conta de existir e prosseguir.
é o que me move e o que me faz mover.

Cada música é como um quadro que pinto, pincelada por pincelada…

E registrá-las é como fotografar um momento da minha história, das minhas buscas, fazendo do estúdio um verdadeiro laboratório de sons: orgânico ou digital, não importa, mas sempre indo até as últimas conseqüências da entrega.

O que me interessa é simplesmente fazer música. Livre, como uma viagem sem partida nem destino pré-determinado, não apenas para ser ouvida, mas para ser sentida sem pressa…E muito menos respostas.

Se sou causa
Se sou conseqüência
Não tenho mais paciência
Meu tempo é minha existência.”

(Kênia de Barros)









Então... foda-se as palavras.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Bonobo Again




ou se você preferir pode ser uma espécie de Chipanzé

O álbum da vez é Animal Magic o primeiro álbum lançado por Bonobo.


  1. "Intro"
  2. "Sleepy Seven"
  3. "Dinosaurs"
  4. "Kota"
  5. "Terrapin"
  6. "The Plug"
  7. "Shadowtricks"
  8. "Gypsy"
  9. "Sugar Rhyme"
  10. "Silver"

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Sobre reis, majestades e excitação

Mais uma vez fazendo aquele troca-troca gostoso com Rafael (a pedido dele, que foi às nuvens na última vez) venho a esta amaldiçoada terça-feira trazendo-lhes algo digno. Algo que está MUITO além do alcance de todos vocês.

Tive que tolerar um post no meu dia falando em experiência, pegada, idade, desafios, e blá, associada a umas músicas sonolentas e de péssimo gosto. Então tive uma epifania:

PORRA!! Se eu soubesse que o Hugh Grant escrevia pra esse blog, nem teria participado da empreitada.

A minha indicação de hoje já tava programada, e me supreendeu bastante. Passei por um enorme dilema de que forma poderia apresentá-la. Ia sugerir vocês a darem play naqueles momentos salientes, mas lembrei-me que estes momentos lascivos e concupiscentes são tão escassos e utópicos pra vocês quanto leitoras nesse blog.

Inclusive lanço mais um desafio, e acima de tudo uma promoção-relâmpago. Você, querida leitora, que já teve alguma experiência pseudo-sexual com algum integrante deste blog, insira nos comentários suas desanimadas impressões a respeito. Não vale brochada porque isso é clichê. Me refiro a fantasias sexuais bizarras (algo como tara por fantasias de flashman), escatologias, práticas inadequadas ao convívio social (do tipo menores de idade sendo estupradas...) e etc. Valendo uma noite de tórrida devassidão comigo.

OK, voltemos ao post.

te amo!

Para as pessoas de mínimo bom senso, minimamente esclarecidas e ajuizadas, apenas um nome: DAVID LYNCH. Para as que não se enquadram nos quesitos acima e não conhecem este nome sagrado (!!!!!!!!!!!!!!) veja 'Estrada Perdida' e 'Cidade dos Sonhos'. E fecha o cu pra falar comigo!


Exato amiguinhos. Ele aparentemente se divorciou de seu parceiro musical Angelo Badalamenti, que compôs a (não menos que brilhante) trilha sonora de grande parte de seus filmes dele e resolveu se aventurar pelos tortuosos caminhos da música. Quando me deparei com a notícia que meu mestre cinematográfico ia lançar um disco solo, um ponto de interrogação assumiu a forma de meu cerebelo. Mas a dúvida que pairava no ar (e que porra viria pela frente) foi devidamente respondida à altura com o lançamento de Crazy Clown Time mês passado.

E como já era de se esperar, tem uma certa similaridade com os filmes dele. Não tão fáceis de serem digeridos, altamente surreais, complexos, sombrios, atmosféricos. A música em si é predominantemente trip hop, com bastante influência eletrônica, rock alternativo, algumas pitadas de Jazz (e eu achando que o disco seria somente disso) e sintetizador pra caralho. Ele toca a maioria dos instrumentos, canta e se você inverter a rotação do disco, ele sussurra frases luxuriosas em seu ouvido.

O álbum já abre com uma música com participação da Karen O (Yeah Yeah Yeahs) que cria um contraste maneiro entre o vocal feminino e a voz sussurrante dele nas outras faixas. Segue com 'So Glad', séria concorrente ao prêmio Gorilla Roots de melhor música 2011. E vai daí a uma viagem sem fim rumo a... sei lá, algum lugar bem longe dessa realidade-cão.





A exemplo do post do Ataxia, introduzo na sua mãe mais um símbolo que ajudará na identificação com o som a ser proposto:

Este som não faz apologia a castidade.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Bonobo – Days To Come

Bem, aproveitando o sucesso que minha postagem erudita sobre o subestimado E.S.T. fez nessa bagaça, resolvi postar a Nona Sinfonia de Beethoven. Mas como os ouvidos ímpios de alguns membros não estão à altura dessa obra prima, resolvi seguir ao menos a linha do jazz viagem praticado pelo trio sueco, e postar algo calmo, digamos assim.

Bonobo é o apelido do DJ britânico Simon Green. (Bonobo é também uma espécie de macacos tarados oriundos do Congo.) O disco “Days To Come”, de 2006, é excelente pra você que gosta de apertar um fininho. Trip Hop com Jazz, Funk, musica eletrônica, enfim, música boa, não estranhem.

Contando com algumas participações especiais - o tal do Featuring, (dentre elas o músico Fink, já postado nesta Cepa pelo Léo, e ignorado pelos mesmos ímpios que não sabem admirar música de qualidade) este é o terceiro disco da discografia do Bonobo.

Mantendo o costume de repassar informações irrelevantes, algumas faixas desse disco já figuraram em filmes, comerciais e séries, como “Between The Lines”, que foi executada em House, e “If You Stayed Over”, melhor música do disco e que conta com a participação do Fink, já rolou naquela série sem sentido, onde fumaças atacavam seres humanos, a tal de Lost.

Destaco também a faixa "Transmission94", que descobri num dos vídeos de Parkour do Léo.

Será que era pra isso que aqueles vídeos serviam?

Pra serem fontes de música boa?

Volta a postá-los Léo, porque esse blog ultimamente não tá me servindo não.


P.S.: Me nego a dizer que o link tá nos comentários.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Para Acalmar os Corações

É com muita paz no meu coração negro que venho no dia de hoje postar algo para tranquilizar o clima conturbado da vida de alguns frequentadores dessa zona de conflito.
Descobri algo de interesse neste final de semana o Stateless.
Grupo Inglês de Rock Alternativo, Trip Hop, Eletronico e por ai vai. Ao ouvir trás lembranças que vão de Radiohead, Massive Atack, Portishead e até mesmo Coldplay.
Criada em 2002 o Stateless lançaram dois CD's. A banda é Formada por (esquerda para direita): Justin Percival (baixo e voz), Chris James (voz, guitarra e teclado), Kidkanevil (sample, programação), David Levin (Bateria).

Trago-vos o álbum "Stateless" lançado em julho de 2007. É um álbum com 47:08 minutos de duração da mais pura galada de elefantes.
Que se inicia com uma trinca de música que te induz a um ato sexual açucarado.
1. Prism 1#
2. Exit
3. Blood Stream
4. This Language
5. Down Here
6. RadioKiller
7. Running Out
8. Crash
9. Bluetrace
10. Inscape
São essas as 10 Faixas Inclusas neste ótimo álbum. Não se surpreendam se lhe lembrar Radiohead em algumas músicas, Doves em outras...natural, natural...
Perfomance ao vivo de "Exit" e "BloodStream"


domingo, 7 de agosto de 2011

Morcheeba - Who Can You Trust?



 O post de hoje é bem amplo e multifuncional. Serve tanto para delinqüentes apertarem um dregão, quanto para relaxar deitado na rede num momento de intensa introspecção ou para uma atmosfera pós-coito com sua fêmea. Retificando, em se tratanto dos companheiros de blog, substitua a palavra fêmea por machos, anões bezuntados na manteiga, javalis corcundas de 3 pernas e por aí vai. Tudo depende de sua (bizarra) preferência sexual.



Eis o primeiro disco do Morcheeba, de 96. Extremamente viajante, atmosférico, lounge, o som é um Trip Hop com uma puta influência de reggae e soul. Disparado o melhor deles, antes da fase de experimentalismos com hip hop, samba, bossa nova, xaxado, mambo e qualquer outra tosquera.





 
A rapeize viajando na faixa 7, Small Town

http://www.youtube.com/watch?v=AxHFlzdxcvU

E nos comentários você tem acesso ao disco, upado com exclusividade enquanto 'sua mãe' catava latinhas pelo 4shared...