Boa noite.
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Smoke & Jackal - No Tell
Boa noite.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Clima seduzente e envoltor
Mas pra que que eu to falando essa porra toda num blog de música???? Continua lendo que no final tudo fará sentido.
Ou não.
É, não vai fazer sentido mesmo não, mas continua lendo sim :)
Na verdade, darei início a uma nova série de posts em homenagem a terra da rainha que foi salva por deus (o mesmo deus que não me salvou, nem a nenhum de vocês), a terra da pontualidade e, sobretudo, a terra da revolução e representatividade musical. A terra a qual emergiram as duas bandas que habitam carinhosamente este meu coração símio, The Prodigy e Depeche Mode.
Sendo assim, até o final das olim-piadas, teremos acesso a bandas genuinamente britânicas, acompanhadas de informações irrelevantes sobre as diferenças políticas e geográficas da região, perguntas olímpicas e algumas outras inutilidades. Você não pode deixar de perder!
Abrindo esta magnífica sequência, acenda velas, incensos aromáticos, jogue pétalas de rosa sob a cama, pegue aquela garrafa de velho barreiro que o amor paira sob o ar:
Pegando carona no último post de vinão, apresento-lhes a banda originária de Chris Corner, Sneaker Pimps, em seu segundo e melhor disco na minha alcoolizada opinião.
Com uma sonoridade trip hop influenciada pela ala inglesa desse estilo (Portishead, Tricky, Massive Attack, Archive), com um quê de pop/rock alternativo (Depeche Mode, Fink, Metric - a fase antiga, e única que preste...), esse disco fala sobre algo que eu não faço a mínima idéia, num sei de porra nenhuma das letras, mas a musicalidade é fantástica. Uma atmosfera bastante intimista, melancólica e sensual, como um bom trip hop deve ser.
Destaques absolutos pra "Half Life", "Low Five" e essa Flowers & Silence, que se tivesse o vocal sublime do Dave Gahan eu confundiria facinho com alguma dessa fase contemporânea do Depeche:
Vou indo nessa que o chá das 5 me espera aqui em londres, mas antes deixo no ar uma pergunta a ser respondida por vocês até meu próximo post:
por que num é o cavalo que ganha a medalha no hipismo???????????????????????????
terça-feira, 29 de maio de 2012
Medidas Desesperadas
Esse aqui é o Kid:
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Post carnavalesco
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| TIRA ESSA MÁSCARA COLORIDA QUE TU É MOLEQUE!!! |
Hoje acordei meio pensativo. Datas como o carnaval, que sempre nos instigam à reflexão e introspecção constantes, me motivam muito a pensar, em tentar encontrar um sentido pras pessoas saírem às ruas fingindo serem felizes, livres, hedonistas. Então eu levanto da cama e vou consultar meu orientador de monografia, Sr. Wikipedia. Ele, em sua infinita sabedoria, profetiza que:
"A palavra "carnaval" está, desse modo, relacionada com a ideia de deleite dos prazeres da carne marcado pela expressão "carnis valles", que, acabou por formar a palavra "carnaval", sendo que "carnis" em latim significa carne e "valles" significa prazeres."
Tá aí. É uma pena que as pessoas perderam o sentido original da festividade e insistem ir para blocos, sambódromos, bailes de máscara... em vez de simplesmente louvar ao deus-mor Dionísio (ou Baco), contemplando os vinhos, o sexo, a natureza... de preferência essa porra toda ao mesmo tempo (um sexo desenfreado, banhado à vinho em ilha grande por exemplo).
E aí voltamos à dúvida que mais paira em minha mente inquieta: até quando as pessoas vão continuar ignorando o fato que vivem PARA o sexo? Que praticamente TODAS as suas ações (coletivas e muitas individuais) voltam-se ao sexo. se não direcionadas inicialmente, um meio para, ou um fim em si mesma. Desconfio ainda que se o sexo não existisse, ainda estaríamos morando em cavernas. Ou você realmente acha que a invenção da roda foi pela preguiça de andar?
Mas que diabos isso tudo tem a ver com o post de hoje??
Qual seria o propósito de postar Orquestra de Olinda, Alceu Valença ou similaridade que o valha no carnaval????
O meu intuito é postar tudo aquilo que você NÃO vai ouvir por aí nesse carnaval. E você pode até não usufruir dessa música durante o carnaval, mas certamente hora ou outra você me entenderá.
Faz tempo que eu não ficava tão encantado com algum som. Já começou me atraindo pelo nome. E logo após a primeira audição, ao constatar que a definição só é mensurável quanto a qualidade. Já a sonoridade, um misto de trip-hop, ambient, rock, post-punk, MPB... tudo isso aliado à poesia (letras em português, há de ressaltar) e uma atmosfera bem intimista.
Já na primeira música Mercúrio-Cromo sinto uma pegada que me lembrou um pouco a Angel do Massive Attack (olha nos meus olhos e diz
Consultei o oráculo Mr. Google atrás de mais informações, mas o máximo que consegui colher é que é um projeto de Minas Gerais, na ativa há algum tempo e que lançou esse cd/ep em 2003. Inclusive não achei qualquer informação se o projeto ainda tá valendo e se vem mais preciosidade por aí.
Mas o release que tem no last.fm é algo digno, expressa bastante o que é o Semisericórdia:
“Semisericórdia é a catarse de emoções transformadas em música.
é como dou conta de existir e prosseguir.
é o que me move e o que me faz mover.
Cada música é como um quadro que pinto, pincelada por pincelada…
E registrá-las é como fotografar um momento da minha história, das minhas buscas, fazendo do estúdio um verdadeiro laboratório de sons: orgânico ou digital, não importa, mas sempre indo até as últimas conseqüências da entrega.
O que me interessa é simplesmente fazer música. Livre, como uma viagem sem partida nem destino pré-determinado, não apenas para ser ouvida, mas para ser sentida sem pressa…E muito menos respostas.
Se sou causa
Se sou conseqüência
Não tenho mais paciência
Meu tempo é minha existência.”
(Kênia de Barros)
Então... foda-se as palavras.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Bonobo Again
- "Intro"
- "Sleepy Seven"
- "Dinosaurs"
- "Kota"
- "Terrapin"
- "The Plug"
- "Shadowtricks"
- "Gypsy"
- "Sugar Rhyme"
- "Silver"
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Sobre reis, majestades e excitação
Tive que tolerar um post no meu dia falando em experiência, pegada, idade, desafios, e blá, associada a umas músicas sonolentas e de péssimo gosto. Então tive uma epifania:
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| PORRA!! Se eu soubesse que o Hugh Grant escrevia pra esse blog, nem teria participado da empreitada. |
A minha indicação de hoje já tava programada, e me supreendeu bastante. Passei por um enorme dilema de que forma poderia apresentá-la. Ia sugerir vocês a darem play naqueles momentos salientes, mas lembrei-me que estes momentos lascivos e concupiscentes são tão escassos e utópicos pra vocês quanto leitoras nesse blog.
Inclusive lanço mais um desafio, e acima de tudo uma promoção-relâmpago. Você, querida leitora, que já teve alguma experiência pseudo-sexual com algum integrante deste blog, insira nos comentários suas desanimadas impressões a respeito. Não vale brochada porque isso é clichê. Me refiro a fantasias sexuais bizarras (algo como tara por fantasias de flashman), escatologias, práticas inadequadas ao convívio social (do tipo menores de idade sendo estupradas...) e etc. Valendo uma noite de tórrida devassidão comigo.
OK, voltemos ao post.
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| te amo! |
Para as pessoas de mínimo bom senso, minimamente esclarecidas e ajuizadas, apenas um nome: DAVID LYNCH. Para as que não se enquadram nos quesitos acima e não conhecem este nome sagrado (!!!!!!!!!!!!!!) veja 'Estrada Perdida' e 'Cidade dos Sonhos'. E fecha o cu pra falar comigo!
Exato amiguinhos. Ele aparentemente se divorciou de seu parceiro musical Angelo Badalamenti, que compôs a (não menos que brilhante) trilha sonora de grande parte de seus filmes dele e resolveu se aventurar pelos tortuosos caminhos da música. Quando me deparei com a notícia que meu mestre cinematográfico ia lançar um disco solo, um ponto de interrogação assumiu a forma de meu cerebelo. Mas a dúvida que pairava no ar (e que porra viria pela frente) foi devidamente respondida à altura com o lançamento de Crazy Clown Time mês passado.
E como já era de se esperar, tem uma certa similaridade com os filmes dele. Não tão fáceis de serem digeridos, altamente surreais, complexos, sombrios, atmosféricos. A música em si é predominantemente trip hop, com bastante influência eletrônica, rock alternativo, algumas pitadas de Jazz (e eu achando que o disco seria somente disso) e sintetizador pra caralho. Ele toca a maioria dos instrumentos, canta e se você inverter a rotação do disco, ele sussurra frases luxuriosas em seu ouvido.
O álbum já abre com uma música com participação da Karen O (Yeah Yeah Yeahs) que cria um contraste maneiro entre o vocal feminino e a voz sussurrante dele nas outras faixas. Segue com 'So Glad', séria concorrente ao prêmio Gorilla Roots de melhor música 2011. E vai daí a uma viagem sem fim rumo a... sei lá, algum lugar bem longe dessa realidade-cão.
A exemplo do post do Ataxia, introduzo na sua mãe mais um símbolo que ajudará na identificação com o som a ser proposto:
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| Este som não faz apologia a castidade. |
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Bonobo – Days To Come

Bem, aproveitando o sucesso que minha postagem erudita sobre o subestimado E.S.T. fez nessa bagaça, resolvi postar a Nona Sinfonia de Beethoven. Mas como os ouvidos ímpios de alguns membros não estão à altura dessa obra prima, resolvi seguir ao menos a linha do jazz viagem praticado pelo trio sueco, e postar algo calmo, digamos assim.
Bonobo é o apelido do DJ britânico Simon Green. (Bonobo é também uma espécie de macacos tarados oriundos do Congo.) O disco “Days To Come”, de 2006, é excelente pra você que gosta de apertar um fininho. Trip Hop com Jazz, Funk, musica eletrônica, enfim, música boa, não estranhem.
Contando com algumas participações especiais - o tal do Featuring, (dentre elas o músico Fink, já postado nesta Cepa pelo Léo, e ignorado pelos mesmos ímpios que não sabem admirar música de qualidade) este é o terceiro disco da discografia do Bonobo.
Mantendo o costume de repassar informações irrelevantes, algumas faixas desse disco já figuraram em filmes, comerciais e séries, como “Between The Lines”, que foi executada em House, e “If You Stayed Over”, melhor música do disco e que conta com a participação do Fink, já rolou naquela série sem sentido, onde fumaças atacavam seres humanos, a tal de Lost.
Destaco também a faixa "Transmission94", que descobri num dos vídeos de Parkour do Léo.
Será que era pra isso que aqueles vídeos serviam?
Pra serem fontes de música boa?
Volta a postá-los Léo, porque esse blog ultimamente não tá me servindo não.
P.S.: Me nego a dizer que o link tá nos comentários.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Para Acalmar os Corações


3. Blood Stream
8. Crash
10. Inscape
domingo, 7 de agosto de 2011
Morcheeba - Who Can You Trust?
O post de hoje é bem amplo e multifuncional. Serve tanto para delinqüentes apertarem um dregão, quanto para relaxar deitado na rede num momento de intensa introspecção ou para uma atmosfera pós-coito com sua fêmea. Retificando, em se tratanto dos companheiros de blog, substitua a palavra fêmea por machos, anões bezuntados na manteiga, javalis corcundas de 3 pernas e por aí vai. Tudo depende de sua (bizarra) preferência sexual.
Eis o primeiro disco do Morcheeba, de 96. Extremamente viajante, atmosférico, lounge, o som é um Trip Hop com uma puta influência de reggae e soul. Disparado o melhor deles, antes da fase de experimentalismos com hip hop, samba, bossa nova, xaxado, mambo e qualquer outra tosquera.
http://www.youtube.com/watch?v=AxHFlzdxcvU
E nos comentários você tem acesso ao disco, upado com exclusividade enquanto 'sua mãe' catava latinhas pelo 4shared...
















