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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

KOI NO YOKAN

Boa noite, amiguinhos.

Andei sumido daqui, é verdade, mas quem percebeu a minha falta?

Tirando o Léo que continua movimentando a conta SMTA com vídeos aleatórios no youtube e Ciro com suas ameaças não concretizadas de posts sem fim., esse blog morreu.

Vinão sumiu desde antes de casar, Gomes foi visto pela última vez no aniversário de 60 anos da avó há 15 anos atrás, o homem-cerveja evaporou, e eu, gasto meu tempo no trecho entre a Avenida Brasil e a Ponte Rio-Niterói.

Pra me redimir, vim postar um dos candidatos a disco do ano de 2012.


7º disco do quinteto californiano, por muitos vem sendo considerado o melhor trabalho dos caras.


Eu concordo. Acho que finalmente eles acharam um rumo depois da tragédia que aconteceu em 2008: O então baixista Chi Cheng sofreu um acidente de carro e ficou em coma durante muito tempo. Até hoje o cara não se recuperou da treta. Ironicamente isso foi uma coisa boa pros caras, porque depois disso eles lançaram os 3 melhores discos da carreira, incluindo este com nome inpronunciável. Koi No Yokan é o disco mais coeso deles, mesmo após os excelentes Saturday Night Wrist (5º disco), que contém minha música favorita dos caras, e do aclamado Diamond Eyes (6º disco).

Aqui eles conseguiram colocar o peso característico da banda, (a faixa de abertura Swerve City contém um dos melhores riffs do quinteto), os belos momentos mais calmos como Entombed (rola um tecladinho MUITO Tame Impala no final), que me remete ao excelente projeto paralelo do Chino, o Team Sleep, já postado aqui, e faixas EXCELENTES, que mostram o que é o Deftones: Refrões fuderosos, riffs e linhas de baixo cavalares, e lindas melodias. Tempest, sétima e melhor faixa do disco é um exemplo claro dessa mistura.

Algumas faixas, como Goon Squad, Rosemary e What Happened To You alternam entre o clima etéreo bem característico dos caras, com o peso que muitos bisonhamente chamam de "New Metal". Se Deftones é uma banda de New Metal, então este é um excelente gênero musical.

Acho que o único daqui que ouve mesmo a banda é o Gomes. Recomendo altamente o som dos caras. Ouçam sem a resistência de "ouvir uma banda de New Metal". Vocês só tem a ganhar.



P.S.: Apenas a cargo de informação, um dos bateras de rock que mais gosto e me influencia (???) é o Abe Cunningham, o mano de boné da foto.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Japandroids - Celebration Rock

I WANT YOU



Bem, essa é mais uma postagem colaborativa, pois não irei recomendar nada novamente... ou sim, talvez...


O lance é o seguinte, ouvi várias críticas positivas (MUITAS mesmo, a Pitchfork, por exemplo, deu 9/10 pros caras) a respeito dessa dupla, vários comentários de que "eles são a nova salvação do rock de todos os tempos da última semana", que o som que eles fazem é "surpreendentemente grandioso pra uma dupla" mas após ouvir (por alto, confesso) o segundo disco dos caras, o recém lançado e aclamado "Celebration Rock", a conclusão que cheguei foi essa:









Pois é, nenhuma. Ainda to tentando digerir o cd. Não sei se acho ele uma grande merda, ou se acho foda, com um instrumental inspirado, ou apenas uma imitação porca de alguns momentos do "American Idiot" do Green Day (sem baixo e com um guitarrista virtuoso)...

Fato é que sim, o som da dupla é poderoso, algumas apresentações ao vivo dos caras são realmente boas, essa coisa de guitarra + batera é foda pra caralho, mas sei lá...

Baixem, ouçam, e me digam se vale a pena.


OBS.: Esses putos já vieram ao Brasil, tocaram no apertado Beco 203 em SP, e após o show desceram do palco e foram trocar uma ideia com a meia dúzia de gatos pingados que tava na platéia... Legais pelo menos eles são...

terça-feira, 31 de julho de 2012

Interpol


Preparem-se... este vai ser um longo post...

Estavam com saudade da minha verborragia? Nem eu.

Ainda bem que essa merda não tem limite de caracteres como aquela desgraça chamada Twitter, senão eu não ia conseguir terminar nenhuma postagem, já que minha capacidade de condensação textual é tão boa quanto a da J.K. Rowling.

Essa é mais uma daquelas bandas que eu só ouvi tardiamente e fiquei me perguntando: “Por que, senhor? Por que? Como deixei isso passar batido?”


 O que aconteceria se você cruzasse Joy Division  com Franz Ferdinand? (tá, Interpol é bem mais antiga que Franz Ferdinand, mas você entendeu!)

Climático, denso, viajante, com 2 excelentes guitarristas, um baixista talentosíssimo  e sem toda a alegria/gayzisse presente em FF, mas com as bateras quebradas e a vibe indie. Parei pra ouvir a discografia dos caras e não achei uma música alegrinha. Não à toa suas músicas foram temas em séries como “A Sete Palmos” e eles abriram para bandas felizes e alegres como The Cure.

Algumas letras, como a de "Rest My Chemistry" do terceiro álbum da banda são bastante confessionais e tensas:

“I live my life over cocaine
Just a rage and three kinds of yes
And I've made stairways
Such scenes for things that I regret”

A maneira como o vocalista/guitarrista Paul Banks cita a época em que ele abusava daquela substância presente na Coca-Cola é sensacional, principalmente no verso abaixo:

“Just a rage and three kinds of yes” – De quantas maneiras você pode usar drogas? (hein, Gomes?) 1 – fumando / 2 – Cheirando / 3 – Injetando

Genial.

Considero essa uma das melhores músicas da banda. Letra fuderosa, climão, batera marcada, pianinho classudo e um riff animal no fim da música, daqueles que te transportam pra outra dimensão... Que saudade da época em que a gente parava, botava um fone de ouvido, deitava e esmiuçava a música, trecho a trecho, verso a verso. Hoje a gente consome essa porra que nem fast food, sem nem prestar atenção ao que estamos ingerindo...

O quarteto nova-iorquino tem vários momentos sensacionais, como “NYC” e “DAC” do primeiro disco, “Take You On A Cruise” e seu riff post-rock fodarástico do segundo cd “Antics”, a já citada “Rest My Chemistry” do terceiro, e “Sucess”, do quarto e (mais fraco?) último disco da banda.

Na dúvida sobre qual postar, vai o primeiro mesmo pra vocês começarem a ouvir a banda. Se curtirem, baixem o restante da discografia. Vale a pena.

Sem piadinhas no final do texto pois ouvi muito essa caralha ultimamente, tô meio deprimido, até cortei meus pulsos aqui e há qualquer momento posso desmaiar e deixar esse texto sem uma conclusão decente e  

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

HEY HEY

Voltei =)

Bem, voltei mas acho que o blog poderia ter dado uma parada até Abril, o ano só começa depois do carnaval porra! Fala sério...


Eu ia postar semana passada, mas acabei esquecendo. É muito tempo dedicado à minha nova assinatura do Suicide Girls( NICE).

Esse post eu já tava pra fazer desde o ano passado, ouvi no finalzinho do ano e achei foda d+. E acho bem propício em tempos de SOPA.

Primeiro vou apresentar os personagens.



Shooter Jennings - Autor





Stephen Fuckin King - Narrador



Black Ribbons - Álbum


Shooter Jennings é um cantor de rock country americano. Filho de pais cantores do mesmo estilo, passou sua infância vivendo num trailer em turnê com eles pelos EUA. Bem, não eram artistas consagrados ou bem remunerados, então vocês imaginam que não era muito fácil. Pelo menos isso lhe serviu para alguma coisa. Aprendeu a tocar diversos instrumentos em especial guitarra e, claro, virou um puta músico.

Passou a seguir em carreira solo no estilo country lançando discos até relativamente bem sucedidos na terra do Tio Sam, mas hei que em 2010 ele e sua banda, a The Hierophant resolvem jogar tudo pro alto e fazer algo completamente diferente.

E então gravam o Black Ribbons, um disco totalmente conceitual mostrando vertentes totalmente diferentes das que ele já tinha apresentado. O disco fala sobre uma época no futuro
que o governo começa a controlar toda a informação emitida em qualquer forma de comunicação.

E daí entra Stephen King.


O escritor faz o papel de um locutor de rádio "Will 'o the Wisp" em sua última transmissão, antes que o estado tome o local. Nisso, ele vai tocando as músicas que representam um protesto que o governo não quer de jeito nenhum que vá à tona.

E faz discurssos como este:

"From the center of nowhere
Atop the shoulders of giants
Above the creeping fog of disinformation that clouds the American union
This is Will 'O the Wisp
And this is The Last Light Radio
Your last beacon of truth and defiance"

Como o King comprou esse projeto eu não faço a mínima idéia, mas tenho certeza que ao ouvir as músicas e a idéia do álbum, ele deve ter achado foda pra caralho.


A sonoridade do disco é dark e bem soturna na maioria das vezes. Com muita influência de NIN(teve um momento que achei que eram eles mesmos). Inflências de stoner, desert sounds e um pouco de country para ninguém dizer que o Shooter esqueceu das origens. Isso tudo revestindo músicas claramente......pop's. O que está longe de ser ruim.

O disco é longo, 20 músicas - como todo disco conceitual deve ser - por isso, se você vai se dispor a ouvir, recomendo parar com calma, botar os fones de ouvido e embarcar na história. Vai se sentir vendo um filme de ficção científica dos anos 80, na maior parte do tempo.

Para aqueles que curtem Pink Floyd e afins, um prato cheio.

Fico por aqui, primeiro post de 2012, que Kimbo Slice me dê forças para postar toda a semana sem esmoecer.

E vamos aproveitar bem o blog que a hora que a SOPA vir, vamos ter que voltar a nos reunir no play do prédio e jogar "Jogo Da Vida" afim de matar o tempo.




terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Silverchair - Diorama




Olá, amiguinhos.

Venho por meio desta falar sobre um cd que ouvi pra caralho no fim da minha adolescência: Diorama, do Silverchair.

Silverchair é uma das bandas mais subestimadas de todos os tempos. Começa pelo fato de que eles surgiram muito moleques. Mas MUITO mesmo...

Quando Daniel Johns compôs o primeiro grande sucesso do Silverchair, ele tinha apenas 12 anos.


Aí eu te pergunto: O que você fazia aos 12? Tocava punheta? Jogava bola na rua? RPG?

Então, Danielzinho compôs isso: www.youtube.com/watch?v=heQi0AZBH-0




Tá, você vai me dizer que a música é simples e mi mi mi... de fato é. Mas não esqueça da idade do anoréxico quando ele a escreveu.

E não me venha com comparações ou falar que Beethoven, por exemplo, começou a compor sinfonias aos 11. Ele tocou no Rock In Rio pra 250 mil pessoas? Teve 3 músicas de um mesmo cd em primeiro na Billboard? Casou com a gatíssima Nathalie Imbruglia? (lembre dela aqui: www.youtube.com/watch?v=VV1XWJN3nJo
) Então Beethoven pra mim é só um cachorro de sessão da tarde.

O que eu quero dizer, é que com 16 anos eles lançaram seu primeiro cd.

Aos 18 lançaram o segundo.

Aos 20, lançaram o estouradíssimo e excelente Neon Ballroom, com as ultramegasuperexecutadasetocadasnamalhação Ana’s Song e Miss You Love.

E com 23 anos lançaram este cd, que pra mim não é apenas um cd. É O cd. Quando comprei esse cd lá em 2003 não sabia que estaria adquirindo uma obra prima.

Um dos melhores e maiores trabalhos de uma banda de rock que já ouvi. Claramente mostrando a evolução da banda ao longo dos anos (já evidente no Neon Ballroom), este cd conta com milhões de arranjos, orquestras, percussionistas e algumas das mais belas vozes já gravadas por um cantor de rock. Se é que dá pra rotulá-lo como um “cantor de rock”. Sempre que ouço esse cd lembro do Greg, pois ele deve ter cantarolado muito essas músicas. As linhas vocais disso aqui são a cara dele...

O que são os vocais (e backings!!!) de After All These Years, Tuna In The Brine, World Upon Your Shoulders e My Favourite Thing?

E o Outro de Too Much Of Not Enough, com ele cantando “You came much closer than they had before…”, mais os backings e o riffzinho matador de guitarra? Absurdo. Aliás, Daniel é um excelente guitarrista também, algo que nunca foi muito alardeado.

Outro ponto que vale ressaltar, é que o fdp não usa NENHUM corretor de afinação quando grava seus vocais. É na marra mesmo.

Este é um excelente cd pra quem gosta de música. Não apenas de rock, pois rotulá-lo seria diminuí-lo demais. Sabe toda a grandiosidade dos últimos cds do Muse e do U2, que às vezes soava forçada? Aqui ela soa natural, as músicas são grandiosas e poderosas por si só.

E eles tinham apenas 23, 24 anos quando gravaram isso.



segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Soul / Rock / Indie / Funk

COMO PRIMEIRO POST DO ANO VOU É COM PRAZER QUE LHES APRESENTO "THE_HEAVY"


Brincadeiras a parte THE HEAVY é uma banda Inglesa que lançou seu primeiro Single em 2007.
Com base no Funk/Soul/Rock e blablabla feliz 2012.
Descobri a banda por uma música (Short Change Hero) vendo o filme "FASTER" com o The Rock, aqueles filmes de vingança básicos americanos no qual ele fica a primeira meia hora quase sem falar e matando pessoas. Então melhor tomar cuidado ao falar mal desses caras.

Dan Taylor (guitarra)/Spencer Page (Baixo) / Chris Ellul (Bateria) / Kevin Swaby (vocal)

Enfim o álbum é "The House That Dirt Built" lançado em outrubro de 2009

  1. "The House That Dirt Built" - 0:19
  2. "Oh No! Not You Again!!" - 1:54
  3. "How You Like Me Now?" - 3:38
  4. "Sixteen" - 3:02
  5. "Short Change Hero" - 5:22
  6. "No Time" - 4:31
  7. "Long Way from Home" - 3:19
  8. "Cause for Alarm" - 4:44
  9. "Love Like That" - 2:39
  10. "What You Want Me to Do?" - 3:23
  11. "Stuck" - 5:27

Linha de baixo linds com timbre dos deuses.

THE ROCK DISSE PRA VOCÊ FICAR LIGADO NOS COMENTS






domingo, 13 de novembro de 2011

Já que ninguém aceita minhas composições

Voltemos a programação normal da domingueira nossa de cada semana. Eu sei que vocês pensaram que por conta do SWU eu não postaria, mas não deixarei vocês carentes das minhas recomendações musicais rechedas de amor sincero.


Olha que fófis esses dois. Parecem dois capangas de filme de aventura com a história em torno de um medalhão que foi dividido em dois e agora cabe a um predestinado a missão de encontrar o primeiro lado do medalhão numa tribo de pigmeus no quirguistão, onde contará com a ajuda do rinoceronte rhino bucket e... voltando ao assunto, dois fritados do System que se revoltaram contra o ditadura vigente de Serj Tankian, que sempre rejeitava suas composições mais ouriçadas, e resolveram cortar relações (com aquele simbólico ato de corte na junção das pontas dos mindinhos, que aprendemos no jardim de infância mas que permeia todas as nossas relações futuras, empresariais, acadêmicas e etc) e fundar uma banda pra tocar essas músicas renegadas, enquanto queimam fotos do Serj com a língua pra fora, num altar no formato das barbas do Karl Marx, com pichações de 'O Capital' em volta.

É verdade que o Daron Malakian compôs só uns 99% das músicas do System, então como não consegui entender o mote desse projeto, preferi acreditar na historinha acima. Caso você tenha aparecido aqui procurando informações seguras e precisas, pula o parágrafo de cima.

Pula essa linha aqui também.




Scars On Broadway. Conheci na trilha sonora de um jogo (Dirt 2), que inclusive me apresentou maravilhas do quilate de MSTRKRFT, White Lies, The Cribs e por aí vai. A sonoridade num é muito diferente do SOAD não, mas as músicas são um pouco mais cadenciadas. Procurei algumas informações e não consegui entender se seria mais um projeto ou uma nova banda que eles investiriam quando o SOAD acabasse de vez pela, sei lá, 7ª vez.

Por enquanto só lançaram o disco homônimo em 2008, com 15 músicas, mas na realidade só a metade disso vale a audição permanente. Destaques absolutos pra "They Say", "Exploding/Reloading", "Insane" e "Whring Streets".


Esse post ia rolar na época do Rock in Rio, onde eu fiquei ESTUPEFATA com a quantidade de gente com gosto musical altamente periculoso falando do System. Mas acho que não rolou em virtude do meu histórico de perda de memória recente que o Dr. Peniculano diagnosticou. O problema é que depois eu esqueço que perco a memória, e fica nesse ciclo vicioso até eu ser devidamente medicado e:

sábado, 29 de outubro de 2011

A Perfect Circle

Já era pra eu ter postado isso há muuuuuuuuuuuito tempo. Vocês vão ter que aturar novamente mais um dos meus posts quilométricos, pois estou falando de uma das minhas bandas favoritas, junto com QOTSA, Smiths e Radiohead.

Como sei que da magada só o Vinícius-ausente-igual-papai conhece e ouve, lá vai:

O que falar de APC?

Muitos os consideram mais uma daquelas super bandas, por juntar inúmeros monstros da cena musical alternativa Americana, incluindo o gênio Maynard James Keenan (Tool, Puscifer, gravou com Rage Against The Machine, Deftones, David Bowie, 30 Seconds To Mars), Tim Alexander (Primus) substituído então por Josh Freese, um dos bateras mais requisitados do mundo da música. Sério, não dá pra eu listar aqui a caralhada de artistas com quem ele já gravou. A lista é extensa e absurdamente variada. Só pra citar alguns: Queens Of The Stone Age, (\o/) Nine Inch Nails, The Offspring, Michael Bublé, Infectious Groove, Desert Sessions (!!!) Sting, Guns’N Roses, Paramore, Devo, Weezer eeeeee Ricky Martin (!!!!!!!!!!!!!). O cara é um monstro. Ele tem uma página no Wikipedia só pra listar algumas das gravações dele (mais de 300): http://en.wikipedia.org/wiki/Josh_Freese_discography

Quem já tocou na banda também foi a gostosinha/charmosíssima Paz Lenchantin, que toca baixo no primeiro cd da banda. Paz é outra rodada pra caralho, (huuuum, piriguete!) tendo gravado inclusive com o QOTSA. Um dos guitarristas é o Billy Howerdel, que já foi técnico de guitarra do Faith No More, do Nine Inch Nails, Smashing Pumpkins, Davide Bowie, Tool e mais uma penca de manos... E pra fechar o quinteto, ele, o guitarrista mais estiloso de todos os tempos: Troy Van Leeuven. Não preciso apresentá-lo. Troy participou da gravação dos 3 primeiros discos da banda. Hoje quem o substitui é o James Ilha, o pseudo-japonês exótico que tocava com o Smashing Pumpkins.

Acho que com essa galerinha aí, com só um pouco de talento e experiência não dava pra fazer algo ruim, né?

A banda possui apenas 3 cds lançados, tendo gravado o 4º no início desse ano. Ainda não saiu (ansioso pra caralho...) mas as poucas coisas que saíram na internet, já me deixaram veiúdo.

O primeiro, Mer De Noms (2000), o segundo, Thirteen Step (2003) e o incrível cd de versões (sim, versões, não são covers, são praticamente outras músicas) Emotive, de 2004, que conta com versões que vão de When The Leeve Breaks (Led Zepellin), Imagine (John Lennon), Peace Love Understanding (Fantástica versão do clássico de Nick Lowe), People Are People (Depeche Mode, CIRO!!!), What’s Going On (Marving Gaye) e Gimmie Gimmie Gimmie (Black Flag!!!) entre outras. Vale a pena dar uma ouvida nessa viagem, pois irei postar um apanhado das minhas músicas favoritas dos 2 primeiros cds do grupo, logo, esse terceiro cd ficou de fora da brincadeira.

Difícil escolher apenas 6 músicas de cada cd. Por isso recomendo que vocês baixem a discografia dos caras e ouça, caso gostem do que ouvirem aqui.

Músicas do Mer De Noms

1 – The Hollow

3 – Rose – Industrial? Presente. Ahhhh, o peso desse baixo.

4 – Judith – Vocais matadores do Maynard no final dessa música...

5 - Orestes – “One more medicated peaceful moment.” Além de excelente cantor/intérprete/frontman, o que é esse refrão...

6 – 3 Libras – Presente na minha última postagem, das minhas 10 músicas favoritas de todos os tempos. Já falei e repito. Apesar de ser a mais “acessível” e talvez POP, música deles, não deixa de ser linda, com a interpretação mais fuderosa do MJK.

11 – Breña

Músicas do Thirteen Step

1 – The Package

2 – Weak And Powerless – Uma das minhas favoritas deles.

3 – The Noose – Climão. O Groove criado pelo Freese nessa música, puta que pariu, coisa de gênio. E seguindo a tão batida e já falada linha do “Menos é mais.”

5 – Vanishing – Roubei a ideia dos toques duplos nos pratos executados pelo Freese nessa música, no solo de “Seguir em Paz”, e agora tenho tocado-a assim. Mua rá rá rá rá!!! Ninguém saberá. Além de vocês, claro. Porque não pensei isso antes de gravar a música? Teria ficado do caralho.

7 – The Outsider – Mais uma grande interpretação do Maynard.

10 – The Pet – Um dos melhores riffs/solos da banda. A introdução da música já deixa claro ao que ela veio. Ouve essa porra no talo, frita e foda-se.

A primeira vez que ouvi A Perfect Circle, foi difícil assimilar tudo de cara. São TANTAS camadas de guitarra, de vozes, backings, de viagens, sussurros... Atentar para as interpretações do Maynard. Não à toa ele é considerado por muitos um dos melhores vocalistas de rock de todos os tempos. E eu concordo com isso. O trabalho dos guitarristas da banda também é do caralho. Enfim... é daquelas bandas que você tem que tá na vibe pra ouvir. De mente e cú abertos, senão, vc não vai curtir, e vai querer vir reclamar comigo. Se você não gostar da banda, bem... há esperança, você pode passar 10 horas ouvindo isso:


terça-feira, 18 de outubro de 2011

Vem que TEN!!! (Entendeu?)

Comemorando minha décima recomendação nessa bagaça, (tirando a extra, de Snatch + a trilha sonora) o que conseqüentemente significa que esse blog durou pra cacete, e eu achei que não duraria 2 meses, vou postar as minhas 10 músicas favoritas.


Difícil chegar a um consenso com um número tão pequeno, principalmente se vc levar em consideração que segundo o Last.Fm eu tenho 1188 músicas favoritas, ouvi mais de 105 mil vezes, de mais de 1350 artistas diferentes.



Quem me conhece sabe que na lista não vai ter nenhuma surpresa, e você não vai achar nada revolucionário nela. Vai ser basicamente o bom e velho Rock. Por mais que eu ouça Miles Davis, David Bowie, Muddy Waters, Massive Attack, Bob Marley, Racionais MC’s, Kanye West, é pro Rock que eu acabo voltando.



Você (Ciro) vai falar assim: “Porra, Wonderwall?” Sim, Wonderwall. Leia que você vai entender o porquê.



Abaixo, vou colocar o nome da banda, a música, e o motivo dela estar aqui.








1 - Queens Of The Stone Age - Better Living Trough Chemistry = Qualquer música deles que eu colocasse aqui nessa lista, eu estaria cometendo uma injustiça tremenda. Afinal, essa é a minha banda favorita, e contém um número absurdo de músicas que poderiam estar aqui: In The Fade, Song For The Dead, Avon, First It Giveth, Mexicola, e eu poderia ficar aqui o dia todo citando-as. Escolhi essa porque pra mim ela sintetiza muito do que o Josh quis fazer com o QOTSA. Viagem, mensagens subliminares, letra e riffs absurdos, linha de baixo foda e a voz então, carregada de efeitos e sussurros? Sem comentários. O efeito adicionado na mixagem da bateria no meio da música, junto com os coros e os backings... pqp. Frita aí. Mas coloca aquele fone de ouvido pra poder entender do que eu tô falando.






2 - The Smiths – How Soon Is Now = Eu ainda vou tatuar um trecho dessa música. Morrissey estava inspirado quando a escreveu. E pensar que ela saiu como B-side em alguns lançamentos dos Smiths. E o efeitozinho de delay da guitarra do Marr na intro, é inconfundível. Nem preciso dizer que é mais uma das lindas interpretações do meu Biba favorito.








3 - Oasis – Wonderwall = O Motivo deu ter começado a gostar de Rock. Ainda lembro do personagem Lenin, (revolucionário!) interpretado por Humberto Martins em Vira-Lata. Ele tinha um carro vermelho, era rebelde, cara de mau, e sempre que ele aparecia acelerando na sua Ferrari tocava essa música. Quer coisa mais radical do que isso pra um moleque de 10 anos? Eu comprei a fitinha (sim, fita cassete!) da trilha dessa novela só por causa dessa música. Bons tempos.










4 - Radiohead – All I Need = Taí, outra das minhas bandas favoritas, que me deixou numa dúvida fudida sobre qual escolher. Mas ouvindo aqui a música não dava pra deixá-la de fora. Deve ser uma das melodias mais sombrias/lindas/complexas da banda. Os efeitos da intro são daqueles que te levam pra longe, e quando entra a batera suave e suingada do excelente Phill Selway, você já está em outra dimensão. A voz contida e bela do Thom Yorke ajuda a complementar o clima. A letra apaixonada e confessional também é inspirada, e se você tiver apaixonado/sofrendo por amor, o efeito que ela causa em você pode ser profundo. (UI!) As pequenas notas no xilofone tornam a música simplesmente sublime, e o final que com apenas alguns acordes de piano, umas crasheadas no Ride, e mais alguns toques no único instrumento que começa com X que eu conheço, somadas a voz angustiada de Thom são matadores.








5 - Doves – Darker = Presta atenção na linha de baixo que você vai entender.













6 - A Perfect Circle - 3 Libras - Um dos meus vocalistas de rock favoritos, numa das melhores interpretações que eu já ouvi em uma canção. O outro da música, com ele sangrando "You don't see me" é absurdo. Quem já participou de processos de gravações musicais, sabe como não é fácil imprimir isso numa música...








7 - Bush – Letting The Cables Sleep = Enquanto a galerinha Grunge fritava ao som de Nirvana, Pearl Jam, Stone Temple Pilots, Alice In Chains, e outras bandas que na época pra mim soavam todas iguais, nos idos anos 90 eu gostava mesmo do Bush. Se algum saudosista ler isso aqui, vai me matar. Acabei de blasfemar, cuspir na cruz, cagar em plena igreja, mijar na cara de Nossa Senhora. Mas é isso aí mesmo. Até hoje prefiro a banda do lindo Gavin Rossdale à banda do lindo (R.I.P.) Kurt Cobain. Misturando uma pegada Grunge, à refrões e vocais POP, a banda se consagrou principalmente nos Estados Unidos. LTCS é a música mais singular de toda a discografia deles, com uns lances eletrônicos, um piano, e nada de riffs de guitarra. Mesmo assim, é a música que eu mais gosto desse quarteto que voltou a se reunir no final de 2010, após a frustrada carreira solo do bonitão.





8 – Led Zeppelin – When The Leeve Breaks – Já ouviu a introdução de bateria dessa música? Mas já prestou atenção? Mesmo? Então, se você souber que foi gravado sem a bateria estar afinada, com apenas 2 Overs em cima da Bateria do Mestre/Monstro Bonham, debaixo de uma escada, numa mansão (por isso a sensação de esporro/volume/peso) logo após Bonzo ter apenas montado o Kit e começado a tocar de forma aleatória, você vai entender o porquê dela estar aqui. E lembre-se: Quem está postando é um baterista.










9 – Rage Against The Machine – Bulls On Parade - Não dava pra não colocar o Rage nessa brincadeira. Teve um período da minha vida (Lá pros 16, 17 anos, não comia ninguém...) que eu só ouvia Rage. Sério. Em um mês eu comprei todos os 4 discos da banda, e ficava em casa ouvindo igual há um tarado. Ahhhh, nada como a rebeldia adolescente. E porque BOP? Porque essa merda levanta até pau de velho chinês na Antártida, e foi a primeira que tocou no dia em que essa estrela vermelha desceu, e meu pau cresceu...










10 – The Mars Volta – Meccamputechture = Já começa pelo nome da música, uma viagem fudida. É a junção de Mecca (cidade sagrada do Islamismo), Amputate, Technology e Architecture. Vai saber o que eles tavam querendo dizer com isso. A música já começa do caralho, com uns vocais lindos do Cedric, um solo absurdo de guitarra, e uns metais matadores. Depois vai pra fase do Groove porrada/viagem, pra no refrão chutar bundas. Sem contar que lá pros 9 minutos ela atinge o clímax, finalizando com os (mais uma vez) belos vocais do Cedric, repetindo "It lacks a human pulse..."





Então, já disse aqui, e repito. Esta é a minha postagem, as minhas preferidas, se você não gostou, só tenho uma coisa à te dizer:



http://www.oesquema.com.br/trabalhosujo/wp-content/uploads/2011/08/why-so-wtf.gif




Dig Din.



P.S: Essa merda aí em cima era pra ser um Gif. Se alguém souber me dizer como faz pra funfar, agradeço...

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Só pra constar!


E aí meus queridos, como vão!? foda-se então! =D
depois de um final de semana na ilha e sol (mais preto do que nunca agora).
Vou lembrar de uma amiguinho bem legal e chapahouse.
Perry Farrel...Vocal do Jane's Addiction/Porno for Pyros e inventor do Lollapalooza e por este último que lembrei do dito cujo, pois ano que vem estaremos todos lá fapando em SP no festival!
Se cadastra na porra do site pra receber as informações e parece que o FOO FIGHTERS tá confirmado nessa porra!
Partiu Balada.




Vou voltar de lá assim mesmo!




Agora vamos ao que interessa...
O álbum do Perry que vou postar na realidade é uma compilação de músicas dele que ele lançou como primeiro CD solo (VAI ENTENDER)...Dizem na boca miúda que na verdade foi pra se livra do contrato com a Warner Brothers records.
Intitulado "Rev" (1999) possui músicas do Porno For Pyros e Jane's Addiction (que lança CD esse ano)

Track Listings:

  1. Rev (Perry Farrel)
  2. Whole Lotta Love (Perry Farrel)
  3. Been Caught Stealing (Jane's Addiction)
  4. Jane Says (Janes's Addiction) Clássica diga-se de passagem
  5. Stop! (Janes's Addiction)
  6. Mountain Song (Janes's Addiction) linha de baixo fulminante no início
  7. Summertime Rolls (Janes's Addiction)
  8. Kimberly Austin (Porno For Pyros)
  9. Tonight (Porno For Pyros)
  10. Tahitian Moon (Porno For Pyros) acenda sua brenfa nessa faixa
  11. Pets (Porno For Pyros) best one
  12. Cursed Male (Porno For Pyros)
  13. 100 Ways (Porno For Pyros) acenda sua pedra nessa faixa
  14. Hard Charger (Porno For Pyros)
  15. Ripple (Janes's Addiction)
  16. Satellite of Love (Porno For Pyros)
Mountain Song(Flea Comendo o baixo)
E só pra atualizar o Clip de uma música do próximo álbum do Jane's...


domingo, 25 de setembro de 2011

Kimbo Slice passou por aqui


Pontualidade: do grego - ακρίβεια; do dinamarquês - punktlighed; do niteroiês - IMPOSSÍVEL. Pensei em deixar uma granada na mão de cada um de vocês, mas lembrei que assim vai ficar mais difícil ainda pra postar alguma coisa por aqui. Então vou apelar pra um sujeito que não costuma ser muito condescendente com esse tipo de vagabundagem:

Comi tua mãe, corri de pau duro atrás do teu pai, e se tu num postar no teu dia vou atrás de tu também!1

Lembre-se sempre: contra o Kimbo não há argumentos.

Hoje indico a vocês uma música que não tem nada de inovador, revolucionário, nem lhe proporcionará orgasmos auditivos. Mas é um post que tem o apoio de um festival que prima pela música de qualidade.




311 (three eleven) é uma das bandas escaladas pro abençoado line-up do dia 14 do SWU. O mesmo dia que quem tem saco roxo aqui nesse blog tem obrigação de ir. O som deles é bastante diversificado (na definição pelo wikipedia, só faltou citar lambada como gênero musical deles) pelo pouco que ouvi, e o que trago à vocês é o 'From Chaos' de 2001, o que mais me atraiu até agora.

Destaco a You Wouldn't Believe, a Wake Your Mind Up, que tem um baixo bem groovado, e a Amber, que tem uma levadinha de reggae interessante. É uma banda meio underground mas que já figurou nas rádios, pelo que minha memória (já deteriorada por alguns anos de sono de má qualidade e ingestão daqueles cigarrinhos de chocolate que atacam os neurônios também) me traz à tona. É uma banda que não é tãããão impactante mas vale muito a pena dar um confere sim. Até porque eles tem mais anos de estrada do que você de meteção, então respeite o som dos coroa.


Olhe bem a fotografia acima. Fixe nos olhos do macaco-dumau por 5 segundos. Sentiu esse mal estar?? Essa sensação estranha, de culpa?? Exatamente, é a sua consciência referindo-se aos seus pecados bloguísticos dessa semana. Então, pra se livrar dela, vá aos comentários, ouça minha indicação e depois diga o que achou (atitude em extinção por aqui). Ou então olhe novamente a foto e fixe nos olhos do macaco malvado por mais 5 segundos. E ao acordar de madrugada com sede, não levante da cama. É só um conselho...