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domingo, 5 de agosto de 2012

Procura-se um título para este post

Ás vezes eu me sinto um moisés contemporâneo. Além de pergaminhos em formato mp3, trago algumas tábuas sagradas escritas pelo cara lá de cima, encarregado de doutrinar vocês. E aproveitando a minha série de posts olímpicos, venho a esta babilônia disseminar um pouco de cultura geográfica.

Com estas olim-piadas sendo realizadas em Londres, o que eu mais tenho ouvido na tv é a confusão desordenada entre grã-bretanha, reino unido e inglaterra. Então vamos esmiuçar estes conceitos de uma vez por todas pra sua vida fazer mais sentido e você poder explicar pra sua avó, ressaltando o quanto a geografia é essencial a uma vida regada a cultura inútil.

Inglaterra - Nação integrada ao Reino Unido
Grã-bretanha - Ilha (Inglaterra, Escócia e País de Gales)
Reino Unido - Região político-administrativa (Grã-bretanha + Irlanda do Norte) que constitui o país
República da Irlanda - Maior porção da ilha da irlanda, não integrada ao Reino Unido e soberana politicamente

Entendeu?

( ) Sim
( ) Não

Se sim, parabéns! na próxima vez que estiver numa rodinha cercada de humanos você tem a minha permissão para desfilar este amplo saber e contar vantagem, impressionando as menininhas (de preferência as menininhas maiores de idade, ouviu Gomes??)

Não? Foda-se. Tomara que o critério de entrada nos céus sejam estas perguntas feitas pelo próprio são pedro (é ele que toma conta da porta do céu né? ou já foram convocadas novas eleições pra mudar essa autocracia?)



Mas aí você veio até aqui procurando músicas de qualidade (que sempre imperam aos DOMINGOS, UNICAMENTE) e... cadê?? e qual o sentido desse texto todo acima?? Calma meu pequeno padawan, a resposta virá logo a seguir. Quanto ao sentido... se nem a vida tem, por que meus posts teriam??

prêmio "foto mais indie do dia"

Hoje me sinto calmo e pacífico. Como meu humor (e as variações infinitas) se reflete na música, indico uma banda pra você baixar um pouco essa adrenalina lisérgica de pós-sábado.

Imagine um cruzamento bem gostoso entre LCD Soundsystem, Chromeo, Digitalism e Cut Copy. O feto superdesenvolvido gerado nessa suruba certamente seria Metronomy.

Banda com a proposta de uma musicalidade eletrônica sem se tornar integralmente digital. Há todos os instrumentos básicos (baixo, bateria, guitarra) mesclados a doses pontuais de sintetizadores, e aquele vocalzinho bem indie pop. A música em si é mais calminha, mais pop, sem se tornar totalmente acessível, só àqueles com a audição abençoda.

Depois de um disco de estréia que eu não ouvi, um segundo (Nights Out) beeeem psicodélico, eles catapultaram em 2011 uma verdadeira preciosidade, que foi solenemente ignorada nas listas de melhores do ano a que eu tive acesso. Inclusive na minha lista de melhores do ano...

The English Riviera

Sim, essa é a capa do álbum. Capa sob a qual você vai meditar ao som de "The Look", "She Wants" e "The Bay", vestir um catálogo de moda européia, tirar os sapatos, e ficar dançando desordenamente na praia, tirando fotos descoladas, forçamente espontâneas.

Mas cuidado! Eu sei que minhas indicações mudam vidas. Mas se você me aparecer com um manual de (sub)vivência hipster com um bigode ridículo, um cabelo intencionalmente desgrenhado, uma roupa mal costurada e com um suspensório, o sonho de fazer um mochilão pela Albânia, e, como se não bastasse, chegar do meu lado falando que virou vegetariano porque ficou com peninha das vaquinhas, já sabe né?

Kimbo says: tu que é o hipster??
Seu merda.




tá vendo como meu humor varia rapidinho?

terça-feira, 10 de julho de 2012

"o melhor do eletro-progressivo-fritação-aláprodigyano"

Começarei agredindo a todos.

Quando fui convocado para a missão de semear a verdade através de um blog musical, logo me veio a mente o compartilhamento de boas músicas, que seriam ouvidas em nossos rituais xamânicos, enquanto dançaríamos nus e entoaríamos cânticos pagãos em volta de uma fogueira.

Em vez disso, o que se viu foi uma reunião de caminhoneiros sujos, mal lavados e fedorentos á beira da estrada, enquanto tiravam fitas k7 de suas pochetes empoeiradas e tentavam enfiar stoner rock guela abaixo dos inocentes seres que vinham até aqui em busca de sons mais inspiradores.

Pois bem, o tempo passou, os caminhoneiros conheceram belas mulheres nas estradas por este brasil afora, constituíram família e foram felizes. Mas o que antes era um blog contra o amor, regado a doses cavalares de depravação, psicotrópicos e homossexualismo, se tornou um grito de desespero de um respeitado gorila, sufocado pela ignorância e indiferença, que depois de 3 posts ao relento foi infectado pela maldição Abhijit Saavedra, caindo em sono profundo. Até uns dias atrás, quando os 7 espíritos dos samurais da tribo akikomemoânus penetraram em meu SONHO e me designaram a uma missão de paz e iluminação universal, e então...

e assim acordei

Levantei de minha tumba sagrada e voltei a este antro miserável incutir na mente doentia de vocês músicas que irão salvá-los desta VIDA DE MERDA!!

Pois bem, os samurais do saco de manganês que perpretaram em meu sonho anunciaram que minha jornada voltaria a 31/07/2011. Então, o que eu estava fazendo nesta data?

a) vendendo minha força de trabalho para a classe patronal
b) me masturbando com o vídeo da omelete do jackass
c) celebrando o dia mundial do orgasmo com sua progenitora
d) comemorando os 1107 anos do histórico 31.07.904 quando Salónica, a segunda maior cidade do Império Bizantino, foi capturada por corsários sarracenos liderados por Leão de Trípoli, sendo saqueada durante os 10 dias seguintes.
e) introduzindo na suamãe um post revolucionário

...
...

Ao contrário de uns delinquentes que aqui frequentam, que ao invés de mui honrosamente assumir sua procrastinação patológica, prefere postergar suas obrigações linkeanas, atendo-se apenas a um texto que reflete seu atual estado de degradação mental, responderei logo a questão por mim elencada.

Gabarito: LETRA E

Esmiuçando meu post inaugural daquela data, percebo um comentário que tocou fundo em meu coração:

Vou baixar.

Mas ainda espero uma compilação feita por vc com o melhor do eletro-progressivo-fritação-aláprodigyano
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Então, tudo ficou mais claro.




Óbvio que minha missão teria os dedos sagrados dos paladinos da música. E pra chegar aos números finais desta sagrada coletânea, obedeci os critérios de ligação e sonoridade (sendo 10 a nota máxima nos dois quesitos), conforme abaixo:

01. Caspa feat. Keith Flint - War
Ligação: 10 (Participação de Keith Flint, a voz mais famosa do Prodigy)
Sonoridade: 9 (Poderia facilmente ser confundida com alguma B-Side perdida ae)

02. Pain & The Prodigy - Shut Your Mouth Remix
Ligação: 10 (mashup de Diesel Power do Prodigy com Shut Your Mouth do Pain)
Sonoridade: 10

03. Pendulum - Immunize (feat. Liam Howlett)
Ligação: 10 (óbvio, participação do cérebro do Prodigy)
Sonoridade: 10 (poderia certamente figurar no Invaders Must Die)

04. Leeroy Thornhill - The Suspect
Ligação: 9 (Leeroy, reles dançarino na formação clássica)
Sonoridade: 8 (bem similar às músicas do Experience, primeiro disco do Prodigy)

05. Hyper - Let Me In
Ligação: 7 (projeto que aparentemente tem um dedo do Leeroy)
Sonoridade: 8 (um pouco mais pop e bem mais dubstep)

06. Maxim - Killing Culture
Ligação: 10 (projeto solo do Maxim Reality, ala negra e gangzta do Prodigy)
Sonoridade: 7

07. The Chemical Brothers - Setting Sun (feat. Noel Gallagher)
Sonoridade: 8

08. Apollo 440 - Cold Rock the Mic
Sonoridade: 7

09. Atari Teenage Riot - Atari Teenage Riot
Sonoridade: 8

10. Pitchshifter - Please Sir
Ligação: 7 (banda do guitarrista que tocou no The Fat of the Land)
Sonoridade: 8

11. Mindless Self Indulgence - Prom
Sonoridade: 6

12. The Crystal Method - Roll It Up
Sonoridade: 7


Os dados da esperança estão lançados sob as suas vidas, caminhoneiros imundos travestidos de trabalhadores (ou apenas de vagabundos gonçalenses mesmo). Vejamos se ainda há esperança para vocês.

E segurem suas pregas pois, mais uma vez, seus domingos não serão mais os mesmos.

segunda-feira, 26 de março de 2012

SUA MÃE TE AVISOU PRA VOLTAR A POSTAR.


PORQUE ESTE BLOG ESTÁ ESQUECIDO PELOS OUTROS INTEGRANTES DEVIDO O USO EXCESSIVO DE ILÍCITOS (RAFAEL VC NÃO SE INCLUI NESTA LISTA).
ENFIM VENHO AQUI PRA POSTAR UM DUO QUE JÁ FOI TEMA DE UMA ANTIGA POSTAGEM.

RÁPIDA REVISÃO PRA VOCÊ QUE NÃO CLICOU NO LINK ACIMA:
DUO DE NEW YORK QUE SE INICIOU EM 2001 LANÇANDO SEU PRIMEIRO ÁLBUM EM 2004
COM UMA PROPOSTA ELETRÔNICA BRISA LOUNGE FÍSICA COM MUITOS SINTETIZADORES, GUITARRA, BAIXO TUDO COM MUITO RIFF'S E PEGADAS DO PÉ GRANDE DA ANGOLA.

ENTRE NESSA ONDA, POIS A PARTIR DE AGORA VOCÊ VAI COMEÇAR A FRITAR

IGUAL ACARAJÉ NO AZEITE DE DENDÊ

LP4(2010) É O QUARTO ÁLBUM DOS NEWYORKINIANOS E SE PREPARE:
1."Bilar" 4:14 (TRINCA)
2."Drugs" 4:55 (DO)
3."Neckbrace" 4:06 (CRACKUDO)
4."We Can't Be Stopped" 2:10
5."Bob Gandhi" 4:01
6."Mandy" 3:42 (GOOD STUFF)
7."Mahalo" 2:00
8."Party with Children" 2:58 (AS CRIANÇA PIRA)
9."Sunblocks" 3:42
10."Bare Feast" 2:38 (VIAGEM ARÁBICA)
11."Grape Juice City" 3:56 (PERFORMANCE NO FIM DESTE POST)
12."Alps" 4:21
13."Biddang" 3:21

AGORA VEJA OS VIDEOS ABAIXO EM TELA CHEIA E ME DIGA SE VOCÊ NÃO FICOU BRISADÃO.

O DUO, SEMRIR.


CHAPEI!
LÁ VEM LINK NOS COMMENTSSSSSS SE É QUE ALGUÉM VAI COMENTAR



sexta-feira, 25 de novembro de 2011

FRITA. parte 2 - a salvação

Rafael estava errado. Não, não me refiro àquela noite enluarada onde ele saiu à procura de diversão desenfreada e me ligou às 3 da manhã desesperado questionando se era normal um clitóris de 22cm. Nem naquela vez que a gente tava indo pro SWU e a hospedagem que havia ficado por sua conta resultou num motel cospe-grosso com as paredes manchadas de sangue. Também não foi ao fato dele uma vez ter acreditado que a cura para rinite era fio-terra. Mas depois de uma vida errante por sua própria natureza, ele apenas enganou-se quanto ao material da banda postada.

ISSO é fritação. o resto é gíria.

Pensa aqui com o gorila. O que credencia um disco a categoria de obra prima? Conceito? Arte gráfica? Melodias viciantes? Batidas eletrônicas de sair correndo pelado pela Presidente Vargas? Infinidade de variações vocais? Influência de subgêneros musicais tão distintos que é impensável listar todos? Caso você concorde com todas essas coordenadas, continue lendo esse post que a recompensa é iminente. Caso você discorde, tenho apenas uma notícia:


Posto isso à mesa, continuemos com o bom senso.

Foi tu que respondeu sim à todas aquelas questões idiossincráticas ali de cima? E se eu te disser que além daquilo tudo, o disco ainda conta com a participação do Liam Howlett (sério, me recuso a apresentá-lo) e sua incrível habilidade do toque de midas. Sem falar que tem uma música com o In Flames (não conhece??? ouça o The Jester Race inteiro e, quem sabe, algum dia, ainda haverá esperança para você, pequeno gafanhoto!). Caso você tenha dificuldades para distinguir mensagens entre parênteses, clique aqui.

Como esse post serve de complemento, pouparei aquele blá blá blá com piadinhas associando o Pendulum ao sexteto do Jô e outras tosqueiras do mesmo nível. Quero falar de fritação pura e aplicada.

Minha primeira impressão desse 3º disco deles lançado ano passado (ano que, após este lançamento, tornou-se o "SAGRADO ANO DO PORCO COM ÉRNIA NO UMBIGO" já outorgado pela cosmologia védica) foi inevitável: saíram da sombra do Prodigy. Na minha sábia, repleta de amor, e honesta visão musical, eles lançaram dois discos BEM medianos (apesar do In Silico ser bem superior ao primeiro) e ainda usufruíam bastante prestígio pela versão de Voodoo People e a apresentação dela ao vivo, que não é coisa desse mundo. Esse disco une elementos que o deixam à galáxias de distância do anterior, que pecava justamente pela repetição e homegeneidade. Tanto que agora, diversas faixas não passam de 5 minutos, o que era raridade nos outros dois.

Minha vigésima nona impressão depois de ter ouvido ele desde ontem é que ele é sublime. Fazia tempo que não me encantava tanto com um disco quanto esse. Penso até em um paralelo com o Prodigy, que depois de 2 discos medianos lançou a maior obra de arte já apreciada por ouvidos humanos e... ok ok, perdoem-me a blasfêmia, nada nessa vida se compara a Prodigy. Mas sim, o Immersion é digno de um confortável lugar no panteão dos melhores discos já ouvidos por essas calejadas orelhas símias.

curti tanto que comecei a aderir umas certas práticas conflituantes com a lei

Num total de 15 faixas, destaco 10, uma boa média, se considerando que a primeira é uma introdução instrumental de 1 minuto:

03. Watercolour - Primeiro single do album, já entrou de cara nas primeiras posições do UK Charts e é fato que já um dos hits da banda.
04. Set Me On Fire - Melodia fodástica de teclado e uma base, assim como o vocal, BEM puxado pro dubstep, num contraste interessante.
05. Crush - Tirando as passagens de violão, todas as marcas registradas do Pendulum estão aí.
06. Under the Waves - Idem acima. Essa sim, poderia facilmente estar no In Silico.
07. Immunize - Há possibilidade de uma música que conte com a participação de Liam Howlett ser +ou-? Pois é, próxima.
08. The Island, Pt. 1 (Dawn) - Se isso é concebível, é como se fosse uma baladinha eletro. Acho que é a mais acessível deles e não me surpreenderia se deparasse com ela em alguma boate de House ae da vida.
11. The Vulture - Lembra bastante Girls do Prodigy. E só isso já basta.
12. Whitchcraft - Raro exemplo em que a melodia vocal se sobrepõe aos outros instrumentos. Ainda tem um baixo distorcido que me deixa em chamas.
13. Self Vs. Self - Participação do In Flames criando uma atmosfera maneira. Pra você que adora rótulos, bem vindo ao Eletro-Bigbeat-Melodic-Death Metal
15. Encoder - Levadinha bem synthpop que me lembrou alguma coisa que não consegui lembrar direito (!!!), algo como Into The Groove da Madonna (????) com uma percussão bem característica. Mas fechando o disco divinamente, tente, sem sucesso, segurar suas pregas com a melodia no final dela.


Depois desse, fica sempre a expectativa do que será dos lançamentos futuros. Tenho um receio do caralho, mas confio neles. Apesar que já é certo de esperar uma mudança na sonoridade, de acordo com o que o Rob Swire (produtor, vocal, tecladista, guia espiritual, xamã, carregador de piano e desentupidor de pia "Imersão é nosso lema" disque 7159.1441) mesmo falou, as novas músicas que eles estão compondo tá com uma puta influência punk. E ainda saíram em turnê com o Linkin Park esse ano, informação esta que eu ainda não sei o que pensar...

Enfim, to ouvindo alucinadamente como se não houvesse amanhã e se eles vierem aqui pra ordem e progresso eu vendo minha honra, minha dignidade, minha alma e vou pra nunca mais ser o mesmo ao voltar.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Frita.







Chega de coletâneas por hora.

Volto a postar um cd que eu ouvi, assim sem dar nada, sem a menor pretensão e passei a curtir muito.

Com certeza vocês já ouviram o remix matador que essa banda fez de Voodoo People do Prodigy:


























Foi à partir dessa pérola, que resolvi conhecer o trabalho autoral deles, e comecei pelo segundo cd dos caras: "In Silico", de 2008. Muitas vezes classificados como um grupo de Drum'n bass, ou Eletronic Rock, esse sexteto australiano faz um rock porrada, que lembra bastante a banda favorita do macaco do blog.

In Silico abre de uma maneira cavalar, com a trinca Show Down, Different e Propane Nightmares.

Sério, ouve Show Down no talo. Quando a batera compressada até meus ovos entra, vc chega até a se assustar de tanta pressão. Isso ao vivo deve ser MUITO bom...

Different é bem trabalhada, com um excelente refrão, uns efeitos do caralho, e um instrumental maneríssimo.

Propane Nightmare vem com aquela cara de nada com porra nenhuma, até que entra a batida/porrada da batera eletrônica (sempre ela!) e os efeitos do teclado sintetizador que te transportam pra outra dimensão. O final da música é do caralho, com um efeitinho melódico no sintetizador, e o retorno pra melodia do riff terminando com metais, mesmo instrumento que abre a música. Coisa fina.

Essas 3 já valem o cd.

Depois vem algumas boas faixas que poderiam estar (de repente estão) na trilha sonora de jogos de corrida, mas que não se destacam tanto assim.

A sétima do disco, Mutiny, tem uma guitarrinha lá pro meio da música que lembra (SIM!) Arctic Monkeys. Mas pára por aí. A bateria eletrônica, com o bumbo no talo, os teclado/sintetizadores... nada de indie, fritação!

Depois o cd fecha com as ótimas Granite e The Tempest, que tem um groove surpreendente.

Fica a dica pra quem procura algo diferente. Eletrônico, porrada, fritação.

Muito bom mesmo.


Mas com certeza, o poder do Pendulum tá na sua apresentação ao vivo. Ao vivo eles devem levantar até pau de tataravô.

Fikdik pra galera que recorre ao azulzinho com apenas 20 aninhos...

domingo, 18 de setembro de 2011

MSTRKRFT - Remixes from Fritolândia

Penso, logo desisto.

Confesso que não entendo certas coisas nessa vida de cão símio. Por exemplo, como o Diego Souza consegue perder um gol que até minha avó tetraplégica com érnia no umbigo faria e no jogo seguinte lançar uma bola à lá Gerson? Que merda de chuva de sapos era aquela no filme Magnólia?? Pra que caralho servem os polinômios??? Agora, poucas dúvidas me acometem mais do que não entender como um crackudo master pode ter verdadeira devoção por Death From Above 1979 e defecar pra MSTRKRFT.


Visando eliminar de vez este pecado, preparei uma seleção chapa-côco das 10 melhores remixagens dessa dupla lindz. A maior parte das músicas vocês já são íntimos: The Kills, Bloc Party, The Gossip, DFA 1979, mas com remixes que farão você saltar no fio elétrico em busca daquela bola de basquete presa ao fio (outro grande mistério da humanidade).

O MSTRKRFT tem dois discos lançados (The Looks é o melhor) e uma infinidade de remixes, mas obviamente os 10 melhores são esses que eu selecionei por que... porque eu sou o Gorila com o melhor e mais coerente gosto musical dessa fauna.

Você assim: ridículo. Eles assim: Total-Hipster-Fucking-Nigga


OBS.: Caso você tenha respostas para as questões acima elencadas, não hesite em manifestá-las nos comentários.

domingo, 11 de setembro de 2011

The Prodigy - The Fat of the Land

Depois de tanta matança promovida há exatos 7 dias, e algumas covas de urubus encontradas, iria postar algo pra incutir muito amor no coração da sua mãe. Mas me lembrei que a ala negra já está fazendo isso com extrema finécia e desenvoltura. Então, resolvi postar o melhor álbum de todos os tempos da história da música, a melhor série de sons já absorvidos pelos ouvidos humanos... enfim, se você não acredita em Deus, arrependa-se seu herege, pois ele se manifestará a seguir em formato mp3:


The Fat of The Land é o 3º disco do Prodigy, o mais clássico da cena big beat e um dos mais populares da música eletrônica em geral. Nele você encontra as batidas big beat e technopunk dos álbuns anteriores (Funky Shit, Firestarter), untados a mantras indianos (Smack My Bitch Up e Narayan), hip hop nigga gangsta de raiz (Diesel Power), instrumental atmosférico com batidão nervoso (Climbatize) e outros sentimentos puros e líricos em forma de música.

A Narayan é um capítulo à parte, uma das músicas da minha vida, listada no seleto grupo das 3 mais que já ouvi em toda a minha carreira de bom ouvinte e apreciador desse tipo de divindade sonora. Ao ouvir, não se surpreenda quando uma fenda se abrir no chão transportando-o para uma realidade paralela com elfos, ninfas, unicórnios, ursinhos carinhosos, e até o pedro, o escamoso, a saudarem-no nesta abençoada jornada rumo a paz interior. Você encontrará o sentido da vida durante 9 minutos. Ao voltar a esta sórdida cretina realidade, pelo menos você irá se deparar com 100% de life, a barra toda cheia e recarregada rumo ao próximo round.

Informações irrelevantes: o batera do disco é o Matt Cameron do Soundgarden e um dos vocais na Narayan é do Crispian Mills do Kula Shaker. O disco também integra a coleção "1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer", sendo a de n° 846. Mas isso não faz sentido. Na verdade, o único disco que você é OBRIGADO a ouvir antes de morrer é esse. Todos os outros são irrelevantes. Caso você não ouça, lembre-se do post anterior... eu e Dexter ficaremos chateados. Então corra aos comments antes que seja tarde demais e você comece a ter algumas reações adversas que prenunciam o fim:

domingo, 21 de agosto de 2011

Does It Offend You, Yeah? - Don't Say We Didn't Warn You

Bom, aqui vamos nós com o dízimo musical da semana. Essa banda eu tenho certeza que os meliantes que habitam essa crackolândia virtual conhecem, mas não sei se o novo deles já chegou aos vossos ouvidos tão poluídos por tosqueras a nível de Death Cab For Cuti Cuti, que quase me deitou eternamente em galhos nada esplêndidos.



Does It Offend You, Yeah? é a banda certeira pra quem curte um Daft Punk, Digitalism e afins. Esse ae saiu do forno em março desse ano. Prosseguirei com o post apenas através de imagens de uma festa a qual eu estava comandando as pick ups, remixando pra caralho dando play e alternando o volume. Segue:


"Essa porra desse Death Cab for Cutie num acaba nunca"
"AI CARAAAAAI!!!! is this Does It Offend You, Yeah?"
"FRITEI MANO"
"esta canção pede um VAPU VAPU"
"final da Wrestler a gente fica assim né"

E nos comentários você tem acesso ao disco, upado com exclusividade enquanto sua mãe... não, chega dessa "piada", dessa vez fui eu quem upei mesmo.