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segunda-feira, 5 de março de 2012

Pra quem votou!



FODA-SE FOI SÓ PRA CHAMAR ATENÇÃO.
PORQUE NINGUÉM FREQUENTA ESSA MERDA VAI VER QUE UMA MULHER GOSTOSA ATRAI NÉ! (esse recado não é valido para rafael e o pereira já que a parte do esporro já o da mulher gostosa vcs podem aprecias e ciro foda-se seu computador fudido qndo vc ler isso)
Dando continuidade hoje vamos ao vencedor da votação do meu post da semana passada!
Adivinhem!


























+


























ADIVINHARAM?
RAY BARBEE! hÁ!




(RAY BARBEE AND TOMMY GUERRERO)
COMO HAVIA CITADO NO POST, RAY BARBEE SEGUE NO ESTILO DE TOMMY GERRERO.
TAMBÉM SKATISTA OLD SCHOOL, PORÉM PRETINHO.
TEM UMA SÉRIE DE TÊNIS DA VANS COM SEU NOME E AINDA É ENDOSER DA FENDER, ENTÃO FODA-SE SEU ARGUMENTO É INVALIDO.

MULTINSTRUMENTISTA: GUITARRA, BAIXO, XILOFONE, BATERIA AND HARPA.
EU ACHO ELE UM POUCO MAIS PUXADO PRO JAZZ E É UM ÓTIMO SOM PRA OUVIR COM A GACTA NA HORA DE PRAZERES.

O ÁLBUM É "IN FULL VIEW" LANÇADO EM 2005

01. There's a proper time and procedu
02. Find enjoyment
03. Good hope
04. Man's wisdom give him patience
05. Encouraged by improvement
06. The limitations are beautiful
07. In full view
08. Another perspective
09. Talking liberties
10. Reckless confidence
11. a diferent perspective

















sábado, 21 de janeiro de 2012

TRIPAGEM NA VAGEM

 

RÁ!
Mano cepaquente,veio avisar que hj o post é pra ouvir e pentear o couro cabeludo com arrame manéééééé..
Tava pra falar dessa banda a umas 144999 postagens,mas nunca lembrava,então hj vim falar desses irmãos
salientes lá da escócia,fazem um som meio chillout,ambiente è claro instrumental..
bem crazy,lembra um pouco black moth super rainbow..
Posso até dizer,que o ciro que gosta de música eletronica vai curtir...
Vou postar uma deles aqui,pra sacarem o nipe...


Bem tripante né? aquela de você colocar antes de dormir,pra ver seu ursinho de pelucia fazendo carinho no seu saco...
ou para aquele momento que você já explodiu tanta tronca que sua calça parece um caixa de esgoto..

Achei essa banda na minha procura por bandas parecidas com BMSR e god is an astronaut,por sinal existem muitas bandas desse tipo,instrumental ambiente,é um estilo que eu curto muito e tô aqui divulgando pra vocês..
espero que curtam,MAS HJ É POST DUPLO MANÉ,ENTÃO JÁ TEM OUTRO AE CEPAQUENTE!!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Shawn Lee e Clutchy Hopkins - Clutch Of The Tiger


Oi, tô aqui.


Tava em dúvida no que postar, mas lendo o post do Gorilla Roots citando tão nobremente a coletânea Guantánamo Sounds me veio então a idéia para o post. Essa dupla que está presente na compilação e que agora vem nesse disco juntos. Diria que esse disco é até melhor que a seleção que fiz, o que me deixa puto, já que deu um trabalho do caralho para depois vir esses 2 putos num disco só e cagarem na minha cara.





Shawn Lee é um multi instrumentista famoso, já tocou com uma pá de gente famosa como Jeff Buckley(rip) e tudo mais, tem uma cacetada de discos e já fez parceria até com a sua mãe. Agora Clutch Hopkins, ninguém sabe ao certo o que é, ou quem é. Dizem que é um mendigo que se junta com a rapeize de tempos em tempos para fazer música, dizem que na verdade não existe e é a junção de vários músicos como Tommy Guerrero e dizem que é inclusive o próprio Shawn Lee fazendo graça pra enganar a malongagem. Bem, quem ele é de fato eu não sei, sei que se você curtir, baixe os discos solos desse fantasma que são muito bons mesmo.


Você acredita que esse é Clutch Hopkins?


O disco é do caralho, um dos melhores discos instrumentais que eu já ouvi...groove-jazz-triphop tudo junto . Você vai assistir seu pornozão com essa música de fundo e vai se sentir:



Vou indo nessa, só uma informação muito pertinente e que vai mudar sua vida: A próxima Guantánamo Sounds só deve sair no próximo ano do Macaco Rouco no calendário Chinês, mas a já lendária Stoner From Hell vai ganhar o volume dois muito em breve.


Fui!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Vato Negro

E ae maloqueiragem?


Venho hoje trazer esta banda, na verdade projeto, entre os tantos mil que envolvem o guitarra do Mars Volta, Omar Rodriguez. A diferença que é que nesse quem manda e é o mentor, é o baixista, também do TMV, Juan Alderete. O baixo é a figura central, sempre com distorções e efeitos muito djoidjos. O projeto é formado por um trio. Além de Omar e Juan, o batera é o Deantoni Parks. Ou seja, é o Mars Volta sem uma cabeçada. Apesar de o som não ter muitas semelhanças, além do experimentalismo como se não houvesse amanhã.


Sempre achei o baixista do Mars Volta fodão, mas não imaginava que o cara fosse tão louco. É porradaria no baixo o tempo todo, um zilhão de efeitos, riffs que não acabam mais, apesar de todas as musicas começarem e terminarem no mesmo andamento e mesmo riff.
O disco tem 17 músicas, ou seja, bastante coisa. Capaz de quem baixar nem aguentar ouvir tudo, até porque tem partes que conseguem ser mais viagens que TMV, a cabeça dá umas giradas e tal, mas vale muito a pena pelo fato de ser uma forma bem diferente mesmo de tratar esse instrumento tão lindz.

Uma amostra:




O trio mantêm um blog: http://vatonegro.tumblr.com/ aparentemente alimentado pelo próprio Juan e é bem interessante já que ele posta teste de equipamentos, fotos dos pedalboards, sets dos baixos, etc.

Bem, fico por aqui.

FODA-SE!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Enfim, Jazz.





Agora sim.

Inauguro a sessão “Duvido que você já tenha ouvido isso!” postando o disco Leucocyte, do Esbjörn Svensson Trio.

Qualquer coisa que eu postasse depois da obra-prima postada pelo Léo ontem corria o risco de passar batido, mas com o E.S.T. o nível das postagens continua elevado.

O trio foi formado na Suécia em 1993, composto por Esbjörn Svensson no piano, Dan Berglund no baixo, e Magnus Öström na bateria.

Leucocyte é um trabalho de 2008, e pra quem gosta de informações irrelevantes, mas bizarras, só foi lançado após a morte de Esbjörn Svensson, principal mente por trás do grupo. Svensson foi pros ovos numa sessão de mergulho. (Você mergulha, né Gomes?)

Resultado de 2 dias de gravações de jams sessions do trio em um estúdio Australiano, este é um disco belíssimo, mas difícil de ser ouvido. É o disco mais experimental e complexo do E.S.T. Sabe todos aqueles elogios pseudo-intelectuais que você leu a respeito de alguns álbuns do Radiohead? Então, encaixam-se aqui. Cerebral, complexo, denso, belo, leve, viajado, tudo isso ao mesmo tempo. Esqueça aquele jazz alegrinho conduzido no Ride, e nas teclas brancas do Piano. Em alguns momentos a porrada come solta, com muita distorção e peso.


O cd abre com a bela ”Decade” uma composição curta unicamente no piano. Segue na longa viagem “Premonition/I.Earth”, que mostra o que vai ser o restante do disco: alternância de momentos delicados, com momentos de pura fritação. Quando a faixa chega no seu estágio final, com uma caralhada de efeitos e repetidos toques simples na caixa do baterista Magnus Öström, se você não estiver chapado, logo vai querer cheirar talco, beber perfume, fumar samambaia, sei lá.


Depois, pra você respirar, vem a parte 2 de “Premonition: Contorted”. Linda melodia no piano, e um baixo acústico suave, groovado e presente.

A mais “tradicional” do disco, é a quarta, que leva o sugestivo nome de “Jazz”. Não poderia ter um nome melhor. Keith Jarret ficaria orgulhoso.




Gênio.


A vontade que me dá é de falar de todas as faixas, mas vamos para a minha favorita, que é a primeira parte da homônima do disco, “Leucocyte: Ab initio”. Uma fritação fudida. Peso, viagem, groove, beleza, tá tudo aqui. E são só 3 caras improvisando. Coisa linda.

A segunda parte dessa música, “Ad Interin”, é 1 minuto de completo silêncio. Vai saber porque. Acho que era uma preparação para a bizarra viagem experimental “Ad mortem” que testará sua paciência, pois são longos 13 minutos de um início promissor, seguidos por uma série de ruídos irritantes, mas que terminam com uma lindíssima melodia ao piano.

Descobri esse grupo através do Léo (a quem sou eternamente grato...) que me mandou esse vídeo. Uma versão mais curta, que foca mais no peso e na primeira parte da faixa “Leucocyte” com um pequeno clipe que se encaixa muito bem ao clima denso da mesma.



Enfim, praqueles que torcem o nariz pro Jazz, fica um disco que traz além do bom e velho ritmo americano, pitadas de rock, música clássica, e elementos de música eletrônica. (Kraftwerk?) Vale a pena deixar de ser preconceituoso e ouvir/sentir/fumar este cd.

Como de costume, se contente com o vídeo. Espere à noite pra baixar o disco. Vc esperou toda sua vida pra conhecer isso, vc guenta mais um pouquinho.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Viajolândia mandou pra cá.


Hoje trago algo superior a mente humana.
Mahavishnu Orchestra, criada em 1971 por John Mclaughlin.
Na foto ao lado temos da esquerda pra direita os monstregos: Jerry Goodman (Jesus aprendeu violino só pra tocar nesta banda), Jan Hammer (Cachorrinho dos Teclados), John McLaughlin (Chimbinhas Style na Guitarra), Billy Cobham (BateMacumba no tambor furado), Rick Laird (Feinho dos Graves). Está foi a primeira formação da banda que acabou em 1976 e depois voltou (com outra formação) de 1984/1987, mas esta história ficar pra outra latada.
Bom vou deixar aqui para vocês terrestres e brancos de pele o Álbum Perdido desses juvenis.
Gravado em 73, mas só foi lançado em 1999 a maioria das faixas deste álbum foram gravadas em CD's posteriores. São 6 músicas que devem ser apreciadas com carícias em seus 38:29 MIN.
  1. "Dream" (McLaughlin) - 11:06
  2. "Trilogy (The Sunlit Path / La Mère De La Mer / Tomorrow's Story Not The Same)" (McLaughlin) - 9:30
  3. "Sister Andrea" (Hammer) - 6:43
  4. "I Wonder" (Goodman) - 3:07
  5. "Steppings Tones" (Laird) - 3:09
  6. "John's Song #2" (McLaughlin) - 5:53
É isso ai, vale apena falar muito mas não apenas ouvir algo que é a base histórica para todo o Rock Instrumental e Lisérgico Planetário.

uma "WONDER" literalmente
e pra quem quiser um amor pra eternitade show na integra das antigas.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Guantánamo Sounds: Coletânea


E ae brincantes,

Então, estava eu conversando com o Vinícius G( vulgo menor da bananada) falando de sons instrumentais e tal, dae mandei um tal de Tommy Guerrero pra ele ouvir, ele me responde um bom tempo depois com uma foto para mostrar o que aconteceu depois que botou a música pra tocar

Eis a Foto


Vinícius G " Carái véi, dá pra fazer o teclado de seda?"


Fiquei intrigado com tal imagem, dae pensei - se uma música só faz isso, imagina uma seleção escolhida por um dedo abençoado, só de chapações instrumentais, só coisa da melhor "catigoria" sem miséria de piroca, só carnegão africano mesmo.

Após longo processo de escolha das músicas com consulta à ISO 9001 e ao alcorão cheguei ao número cabalístico de 11 músicas. O nome veio como homenagem a esse lugar lindo de meu Deus: Guantánamo Sounds. E a capa, uma obra prima.


"Nego aqui enfia prego no nosso c*&* mas tamo numa nice"

Então, vamos ao setlist:

1. Smokey Bandits - Showdown (4:48)
2. The Apples - Kings (3:50)
3. Tommy Guerrero - 1966 (3:26)
4. Lord Newborn and the Magic Skulls - Ancient Scrolls (2:32)
5. BOOM PROJECT - Intro B (5:32)
6. Ocote Soul Sounds And Adrian Quesada - tres ratas (3:45)
7. Lord Newborn and the Magic Skulls - Crazy Apartment (2:32)
8. Clutchy Hopkins - 3rd Element (5:56)
9. Misled Children And Odean Pope - Foregone (3:53)
10. Shawn Lee's Ping Pong Orchestra - Ethio (Feat Michael Leonhart) (3:41)
11. BLKTOP Project - From Here to Where (4:10)


Bem, Tommy Guerrero é o camisa 10 dessa história ae, além da sua faixa solo, está presente no projeto Lord Newborn and The Magic Skulls e no BLKTOP Project. "Lord Newborn" ganhou 2 faixas por serem os" Them Crooked Vultures" da música instrumental: Tommy Guerrero + Money Mark (Trabalha com os Beastie Boys) + Shawn Lee ( outro monstrinho multi instrumentista).

Boom Project é um trio paulista instrumental muito bom, a música que está ae em especial é groove pra você pegar a bíblia e procurar o nome " James Brown" em Apocalipse.( Tá, acho que eu exagerei).
Clutchy Hopkins dizem os boatos que é um mendigo que de vez em quando solta discos de Trip Hop fodíssimos. À conferir.

Deixo aqui uma música da coletânea pra galera curtir, Foregone da Misled Children, bem fodão: jazz, soul, trip hop e um baixão pra deixar qualquer pretinho conhecido chorando embaixo da Pajero.



Bem, é isso, já falei demais, baixem ae, as músicas foram escolhidas com muito amor e esmero. Mas é aquele velho ditado, que minha bisavó sempre que eu estava triste e frustrado, pegava seu notebook, abria a internet e mostrava pra mim, querendo minha consolação:




Dae eu ficava lindz e seguia em paz

Fui!







domingo, 14 de agosto de 2011

Brisa do Crioulo Doido


Olá meus Caros, a pedido do Gorila no Peito.
Venho hoje em seu lugar para colocar na Sua Mãe algo de bom! (ui ui) e vai no improviso e corrido post como de costume de um Negro Escravizado que sou.
E também para não deixar os assíduos crackudos de plantão sem um prazer musical neste domingo dos Pais...
Hoje trago a vocês uma dupla de brenfeiros malditos, o Ratatat from New York.
Fazem um som Eletronico-Psico-Instrumental-Lounge do caralho...muita brisa pra você que está queimando até a última lata.
Nem lembro como conheci essa porra! devia tá louco e largado nos pastos da Bolívia depois de muito chá de trombeta e então me brilhou esse som nos meus ouvidos devido a algum gnomo bola preta de coleira.

Este é o álbum "Classics" de 2006. o CD inteiro é um viagem ao espectro solar recomendado para uma trip lisérgica da vida.
Fritação ao som de Ratatat (e a galera se pegando lá atrás)

Atentem para "Lex" com umas levadas e riffs/solos psicos acompanhadas de sintetizadores frondosos (sei lá que porra é essa).

"Kennedy" outra música de ótima qualidade contida nesse CD com uma levadinha inicial que me agrada os tímpanos.

"Nostrand" 9º faixa do disco é de se admirar com seu inicio envolvente e uma subida que me dá um susto quando estou ouvindo distraído também é foda.

Coloquem seus fones de ouvido e viagem na performance ao vivo desses candangos apresentando "Lex" e preto velho falou que la nos comments tem o caminho.