sábado, 13 de agosto de 2011

Amarelo Manga

Seguindo a linha de posts sobre a 7ª arte, indicarei um dos melhores filmes nacionais e com uma trilha sonora que tenho certeza que será apreciada pela família breice.

A começar pela trilha, composta em sua maioria por Lúcio Maia e Jorge du Peixe (Nação Zumbi), contendo algumas participações do nível de Otto, Fred 04 e BNegão. As músicas casam perfeitamente com o filme, a temática abordada e inclusive contém trechos de diálogos e monólogos dos personagens. Tem manguebeat, 'hardcore porrada na mãe', psicodelismo, jazz e a porra toda!

Quanto ao filme em si, não é bem aquele entretenimento pra passar o tempo, muito menos pra assistir com a sua família fófis dividindo o sofá num domingo ensolarado (o cartaz oficial do filme já deixa isso nítido). É pesado, visceral, carregado de niilismo, amoral. E no entanto, poético e filosófico. Nenhuma sinopse faria sentido, até porque não há um roteiro bem definido. É só um conjunto de personagens, todos com seus pecados e perversões particulares que se entrelaçam no decorrer do filme. Não há nenhum mocinho, nenhum herói, todos eles sustentam uma podridão que só encaminham para a decadência que será o próximo dia, e o próximo e o próximo (apesar do filme inteiro se passar ao longo de um único dia).

Tecnicamente ele é bom pra caralho, as atuações são sublimes (Matheus Nachtardnandgaele é um MONSTRO) e a fotografia complementa toda a estética do filme. A direção é discutível mas eu admiro, apesar de achar que o Cláudio Assis pela muito o saco do Gaspar Noé (influência tem limite...)



Dira Paes e Cláudio Assis, numa das melhores cenas

É pra ver com uma puta atenção, analisando os aspectos técnicos, refletindo sobre os diálogos, as frases. E a dica-chave do pai gorilla: repare bem no rádio que toca no carro do Jonas Bloch enquanto ele dirige pelas ruas de Recife. Simplesmente resume o filme.

Anyway, minha internet tá uma cepa hoje, o blogspot tá me achando com cara de joke, perdi um tempo do caralho escrevendo e editando isso entre uma bocejada e outra. Então pelo menos faz o favor de ver o filme e comentar depois, caso contrário, terei de lhes apresentar o mano chimpa:

Nem queira saber as verdades que ele tem a dizer

E como sábado num tem padrão pra porra nenhuma, nos comentários você tem acesso ao disco, filme e roteiro, enquanto sua mãe catava latinhas pelo megaupload, pirate bay, google, aol e napster.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Sleepy Sun - Fever


Então, como alguém ontem em vez de fazer o que deve com a pedra, a comeu, vou postar hoje até pro meu post ter todo o destaque merecido e meu ego subir pelas paredes.


Sleepy Sun - Fever

Conhecia essa banda hà umas duas semanas atrás e desde então é o que mais tenho ouvido. A coisa toda é muito louca. É psicodélico com pitadas de stoner, folk(!????), confesso que essa mistureba ainda não tinha visto. Ainda conta com um back feminino(não vá ouvir a voz sex da moça e pensar em traquinagens hein?) dando uma harmonizada nos vocais as vezes até deixando com uma carinha fófis as músicas hihihi.

Mas no todo é bem viajado, guitarras fuzzeadas, experimentações muito djoidjas pra você se barbear plantando bananeira. Destaque pras músicas Marina, Desert Gods e Open Eyes. Mas o bom mesmo é dispor um tempo do seu tempo inútil e ouvir o disco de cabo à rabo.





Bem, mais um post arriscado, pode ser que ninguém goste mas se isso acontecer, fico aqui na magolândia me divertindo sozinho.


Fui!


quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Já sei! estou atrasado hahaha

Rapidinho dando aquela zarpada indigena,vou postar uma banda que rafael(micaretafreak) me mostrou,que é foda pra caralho...
influenciou outra banda foda,que o mesmo me mostrou a(o) Kyuss....

é o truckfighters MANEHGLEGLEGLEGLEGLEGLE..

Teaser..truckfighters..

desculpa o post super fast,é que chegaram uns gringos na aldeia e a brenfa tá curta..


CD sumonado na encolha..

terça-feira, 9 de agosto de 2011

At The Drive-In – Relationship Of Command





Voltando à programação normal, ainda não vai ser nesse post que irei recomendar um cd desenterrado das profundezas do espaço, que só os mochileiros das galáxias conhecem...

A Crackolândia com certeza já ouviu falar dessa banda, mas como não sei se deram à ela a atenção merecida, recomendo meu cd favorito desse quinteto formado no Texas em 1994 e que acabou em 2001 - o que não foi ruim, visto que das cinzas nasceu o The Mars Volta, uma das minhas bandas favoritas.

Relationship Of Command é o terceiro e último cd desta banda alternativa/punk/post-hardcore, lançado em setembro de 2000. Foi o cd que mais próximo chegou de fazer sucesso, com o single “One Armed Scissor” chegando a ficar conhecida da galera alternativa/antenada/baixadoradetudo.

Obs.: Com a informação acima, Ciro provavelmente não irá gostar do cd, já que se chegou à fazer sucesso, então é lixo...

Da esquerda pra direita: Omar Rodríguez-López, Jim Ward, Tony Hajjar, Paul Hinojos, e Cedric Bixler-Zavala. (Haja Shampoo!)



Pra galerinha roots que fica esperando tocar Rage pra ir pra rodinha de porrada nas festinhas alternativas, a trinca de abertura desse cd é um convite ao comportamento primitivo.

O destaque desse cd pra mim é a sétima música, “Enfilade”, que conta com a ilustre participação de Iggy Pop (que também canta na música seguinte, “Rolodex Propaganda”) na introdução, dando voz a um seqüestrador. A intro viajada de guitarra é simples porém fantástica, e a linha de baixo dessa música é de fazer inveja ao Flea. Sem contar que é impossível não querer cantar junto quando o Cedric começa a berrar “Freight, Freight train coming!” repetidamente no refrão...

Outra música desse cd que eu gosto pra cacete, é “Quarantined”, a nona musica do disco. Uma viagem de 5:25, que começa com sons de trovões, chuva, e vento (Vai Planeta!) na introdução. A música tem uma melodia foda bagarái, sendo que aos 3:53, ela atinge um estágio simplesmente sublime, com direito a batidas processadas, linhas de baixo e piano simples, porém lindas, pra depois voltar ao refrão mais pesado, e terminar com os sons de tempestade da forma como começou. Coisa fina.

At The Drive-In pra mim é uma banda pra dar aquela ouvida quando você estiver com bastante ódio no coração e vontade de descarregar seus sentimentos mais feios e bobos pra cima de alguém. Relationship of Command dá uma aliviada nessa raiva toda, e alterna esses momentos de ódio, com alguns (raros) momentos mais viajados e calmos. “Non-Zero Possibility”, a penúltima do disco é um desses momentos, remetendo bastante ao Amputechture, 3º disco do The Mars Volta. (Fikdik pra uma futura recomendação, hein...)




P.S.: Postei essa cepa no meu trabalho pq meu Note tá um caralho de asa pra abrir os sites, então aguardem eu chegar em casa pra postar o link, porra!


Edit: Postando agora o link nos comentários.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Nada Melhor que....



Postar alcoolizado no Sua Mãe...
Depois de horas no bar e muita cerveza com nem sei quem tô aqui pra postar
Hoje vou de Fink, músico, compositor, guitarrista, produtor, DJ. FODA bagaraio...
Se você está naquele dia da Galada Rainha coloque esse som para o conjuramento final usando corselete de couro CA +10.
Com uma levada de violão voz, acompanhado de uma bateria produzida pelos Incas de madagascar e uma linha de baixo tênue das ilhas da montanha do Tibet temos um ápice de amor e paixão unidas pelo nome de Jeová.
Recomendo, "Little Mail box" e "Blueberry Pancakes" também.
Prazer expresso após sexo ao som de "So Many Roads"
Sandy falou que lá nos comentários você encontrará muito prazer e não só o Anal.
E vai pelo caralho, tá tudo com o cu dando bote ai.


"This is the Thing"