sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

FUNKADELICROCKSOULSOUND

Bom como é época de festa e ninguem postou nada  e eu estava de bobeira em uma madruga ae, resolvi colocar um som de repito aqui pra moçada!!

Essa porradinha psicodelica, rock, soul e funk está nada mais nada menos que no top 500 da revista rolling stones. Ta certo que não da pra confiar muito maaas vale a curtida nesse som !!

Se alguem já conhece e curte, parabéns ta com um gosto musical afiadoow !



Valeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeu !

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

SOCO NOS PEITO

Voltei e com uma pedrada no pulmão !!

Escavei meu baú cibernético e de não tão longe achei um camarada chamado Shabazz The Disciple. Ai você se pergunta: Shabaquem?!
Fui buscar o nome desse infeliz depois que ouvi uma participação do próprio em uma das faixas do cd Eu Tiro é Onda do amigão da galera Marcelo D2, a faixa leva o mesmo nome..

O som original do cara é pesado e crítico...








ABRAÇO POR TRAS !





segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

KOI NO YOKAN

Boa noite, amiguinhos.

Andei sumido daqui, é verdade, mas quem percebeu a minha falta?

Tirando o Léo que continua movimentando a conta SMTA com vídeos aleatórios no youtube e Ciro com suas ameaças não concretizadas de posts sem fim., esse blog morreu.

Vinão sumiu desde antes de casar, Gomes foi visto pela última vez no aniversário de 60 anos da avó há 15 anos atrás, o homem-cerveja evaporou, e eu, gasto meu tempo no trecho entre a Avenida Brasil e a Ponte Rio-Niterói.

Pra me redimir, vim postar um dos candidatos a disco do ano de 2012.


7º disco do quinteto californiano, por muitos vem sendo considerado o melhor trabalho dos caras.


Eu concordo. Acho que finalmente eles acharam um rumo depois da tragédia que aconteceu em 2008: O então baixista Chi Cheng sofreu um acidente de carro e ficou em coma durante muito tempo. Até hoje o cara não se recuperou da treta. Ironicamente isso foi uma coisa boa pros caras, porque depois disso eles lançaram os 3 melhores discos da carreira, incluindo este com nome inpronunciável. Koi No Yokan é o disco mais coeso deles, mesmo após os excelentes Saturday Night Wrist (5º disco), que contém minha música favorita dos caras, e do aclamado Diamond Eyes (6º disco).

Aqui eles conseguiram colocar o peso característico da banda, (a faixa de abertura Swerve City contém um dos melhores riffs do quinteto), os belos momentos mais calmos como Entombed (rola um tecladinho MUITO Tame Impala no final), que me remete ao excelente projeto paralelo do Chino, o Team Sleep, já postado aqui, e faixas EXCELENTES, que mostram o que é o Deftones: Refrões fuderosos, riffs e linhas de baixo cavalares, e lindas melodias. Tempest, sétima e melhor faixa do disco é um exemplo claro dessa mistura.

Algumas faixas, como Goon Squad, Rosemary e What Happened To You alternam entre o clima etéreo bem característico dos caras, com o peso que muitos bisonhamente chamam de "New Metal". Se Deftones é uma banda de New Metal, então este é um excelente gênero musical.

Acho que o único daqui que ouve mesmo a banda é o Gomes. Recomendo altamente o som dos caras. Ouçam sem a resistência de "ouvir uma banda de New Metal". Vocês só tem a ganhar.



P.S.: Apenas a cargo de informação, um dos bateras de rock que mais gosto e me influencia (???) é o Abe Cunningham, o mano de boné da foto.

domingo, 25 de novembro de 2012

Prolapso anal

Meu post anterior foi bem fofinho, cuti-cuti e nhóóóó, né?

Chega de viadagem!

Daqui a pouco não conseguiremos mais escrever nesse blog sem escorrer mel dos dedos, lírios caindo do céu... Vamo voltar às raízes nessa porra!

(todos arrotam, socam a mesa e cospem no chão nesse momento)

O post de hoje é algo até leve aos meus ouvidos. Mas um estupro aos ouvidos de, sei lá... RAFAEL, por exemplo. E é um estupro que causa dor. Muita dor.


A banda em questão leva o nome super original de PAIN (sacou o trocadilho do parágrafo acima? hein hein? aposto que ninguém nunca pensou nisso). Na realidade é um projeto solo do líder do Hipocrisy (banda malvada de Death Metal), mas com uma sonoridade completamente diferente.

Misturando o peso do metal com elementos eletrônicos, ela se diferencia de outras bandas industrias que vocês ouvem tipo Nine Inch Nails, Rammstein, não só pelo som, mas também pelo visual e pelas letras que, segundo o oráculo Wikipedia, falam de drogas, desprezo, depressão e morte, informação esta que eu decidi acreditar por não ter o menor saco de ficar prestando atenção em letra.

 Sem contar que trata-se daquelas "one man band" onde o mermo magão compõe, canta, toca todos os instrumentos, produz, mixa, protagoniza os clipes, divulga no fanzine que ele escreve...

O disco que posto hoje é o Nothing Remais the Same, que contém a espetacular música abaixo, com seu clipe mais espetacular ainda:



AVISO IMPORTANTE: The Prodigy (louvados sempre sejam) usou a introdução dessa música numa versão ABSURDA de Diesel Power. Vocês, cavalgaduras imbecis, não lembram, mas eu já falei disso antes.


Variando da estrutura tradicional dessas bandas industriais até algo bem mais eletrônico (como na excelente Pull Me Under) o disco segue com uma qualidade bem homogênea.

Detalhe é que quando comecei a ouvir Pain, tinha uma dificuldade do caralho em achar coisa pra baixar, dado o quão criativo e específico é esse nome... razão pela qual ainda não conheço tudo deles pra saber qual o melhor disco, mas asseguro que esse vale a pena.


Rafael, sendo você a Lucélia Santos desse blog, gostaria imensamente de saber depois qual foi sua avaliação. Se foi prazerosa ou se foi a cena que já é tradicional na sua vida:



Boa sorte.

sábado, 17 de novembro de 2012

Gorilla X ainda na massa!

voltei.


HA-HA-HA, pensaram que eu tinha morrido né? Mas assim como nosso amigo Jason, eu SEMPRE volto. E volto honrando minhas raízes, e não cometendo desgraças do nível de Jason X. E volto no atalho sempre à frente de vossas pobres almas perdidas numa imensidão de mesmice e desgraça musical.

Dito isto, voltemos ao blog. Após um conturbado e preguiçoso afastamento, entro aqui e percebo que Rafael tem 36 posts registrados e eu tenho 33. Nessa hora eu respirei fundo, tomei coragem e fiz o que qualquer gorila com honra faria no meu lugar: Preparei 4 posts pra ultrapassá-lo e provar pra minha auto-estima que eu sou melhor que ele. Humpf!

E o primeiro da saga "come minha poeira rafael" é dos melhores e mais obrigatórios que já postei por aqui.


Dengue e Pupillo em cada ponta. Baixista e Batera do Nação Zumbi desde os primórdios. Aparentemente menos proativos musicalmente se comparados a Lúcio Maia e Jorge du Peixe (que você ainda não ouviu aqui, SEU HEREGE!).

Aparentemente.

3 na Massa é um projeto de 2008 com um único disco lançado, "Na Confraria das Sedutoras", reunindo samba, jazz, MPB, bossa nova e tudo que houver nestes extremos com uma dose exata de psicodelia. Cantado por mulheres. Belas mulheres. Sedutoras mulheres com poesias nas cordas vocais.

Breve teaser sobre o projeto:



Minha primeira impressão ao ouvir o disco é que pela primeira vez algo relacionado ao Nação não me remetia de imediato a Recife, suas periferias, seu centro antigo. Dessa vez o som transcende e soa algo mais cosmopolita. Mas com um tema universal sobre amor, relacionamentos, sexo, encontros e desencontros (não, não é aquele filme mais superestimado da década). Tudo com uma atmosfera sensual e intimista.

Cada música é cantada por uma voz feminina diferente. Ás vezes bem diferente. Várias (boas) atrizes que eu não fazia a mínima idéia que cantavam, tipo Alice Braga, Leandra Leal. Algumas cantoras já famosas como a Pitty, CéU. E outras cantoras que eu desconhecia mas me apaixonei perdidamente, com amplo destaque pra Nina Becker, a voz mais pura e suva que canta a melhor e mais bela música, "O Objeto".

Outros destaques são "Morada Boa" com uma levadinha meio samba, meio Chico Buarque,  e "Certa Noite", que já começa com uma poesia orgasmática. O detalhe é que todas as músicas que mais me atraíram são as cantadas por vozes desconhecidas, o que é incomum em projetos/parcerias onde as melhores composições são deixadas pras vozes mais conhecidas ao público em questão.

E garanto que toda a poesia, musicalidade, psicodelia e atmosfera retrô são bem mais apreciadas em noites de instrospecção.




Enfim, post perfeito pra esses tempos atuais neste blog que antes fedia a DST's e músicas do U.D.R., e hoje exala amor puro e sincero através de nossos nobres coraçõezinhos.











Te amo minha ruiva!

domingo, 4 de novembro de 2012

Paulzinho

Mais uma dose cavalar de rock pra galera..

Viva o ócio dessa vida !



Tava fuçando meu material aqui e achei uma peça de nada mais, nada menos que o Paul Gilbert interpretando o som do cabeludo Hendrix J.



Orgasmos auditivos..

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Antes tarde do que nunca!


Boa noite.

Mandei mensagem pro Léo, e como ele não respondeu, troco por livre e espontânea vontade meu dia de postagem com ele. (bem, tirando que ontem foi aniversário do nosso preto mais querido, ele deve estar bêbado até agora...) Mas vamos ao que interessa...

A preguiça é um mal que assola 70% da população mundial. (Os outros 30% ficaram com preguiça de participar da pesquisa.) Por conta disso, deixo uma caralhada de cds pra ouvir depois. Cd’s que eu sei que vou gostar pra caralho. Mas aí eu penso:

1 - Tenho que jogar pro meu celular pra ouvir.
2 – Tenho que estar atento pra poder avaliá-lo.
3 – Tenho que sair da zona de conforto de ouvir Tame Impala e ouvir algo novo.

Olha só quanto trabalho?

Então acabo deixando passar oportunidades de descobrir (mesmo que 9 anos após o lançamento) discos como esse:

BNegão & Seletores de Frequência – Enxugando Gelo

Taí um cara subestimado pra caralho. Por muito menos, ex-membros dos Titãs e outras bandas idosas dos anos 80, Lenines, e outros malas da MPB são endeusados. Talvez eles até mereçam, mas por que uns recebem tanto reconhecimento e outros não?

Pensei em alguns motivos:

1 – Bnegão é preto.
2 – Bnegão é inteligente.
3 – Bnegão mete o dedo na ferida.
4 – Bnegão não vai no Faustão e nem na Xuxa.
5 – Bnegão não é casado com a Mallu Mader.
6 – Bnegão não sofreu um acidente de ultraleve, matou a esposa, ficou paraplégico e comoveu o país.
7 – Todas as anteriores.

Porra, Enxugando Gelo é muito mais criativo, ousado e impactante do que MUITOS discos nacionais de rockendeusados, como Cabeça Dinossauro da Pior banda de todas as semanas, ou Selvagem do Paralamas. (Preciso escrever que esta é minha humilde, sincera, e claro, correta opinião?) Urbano, Contemporâneo, bem humorado, político, poético, musical... até o nome do disco é foda.

Procurando informações sobre ele, cheguei a esse SENSACIONAL artigo, que não tem nada haver com o cd por sinal. (É por isso que amo a internet!)


Segue um trechin:

“Práticas que se enquadram no quesito "enxugamento de gelo"

  • Auxílio Doença: Benefício concedido pelo INSS para pessoas que não possuem condições de trabalhar devido a doenças. Por receberem o benefício, muitas pessoas nunca voltam a se dizer saudáveis
  • Bolsa Família: Projeto destinado a auxiliar famílias desamparadas com um valor utilizado para pagar o lanche das crianças que trabalham nos semáforos, não estudam e continuam dependendo do bolsa família.
  • Vigilantes do peso: Grupo que visa a transformação de mamutes em senhoras cheinhas, que assim que se deparam com as delicias do leite condensado retornam a sua forma original
  • FEBEM: Unidade destinada a recuperar menores infratores, e na qual os menores aprendem como cometer outras infrações, retornando à instituição alguns meses depois receberem alta, porém com crimes maiores.
  • COPA TOYOTA (Intercontinental): Partida tira-teima promocional organizada pelo fabricante de automóveis Toyota entre os times Campeões da América e da Europa. Muitos antigos vencedores da disputa tentam, em vão, convencer a FIFA e os professores de geografia que o vencedor da partida seja considerado Campeão do Mundo.”
Genial, né? (engraçado, sempre pensei isso com relação à famigerada Copa Toyota...)

Mas voltando ao cd, você de cara pensa: “Ah, essa porra deve ser um disco de Hip-Hop!” 

Se fode aí! Rock, Reggae, Dub, Hardcore, Jazz, Funk, Soul, Rap, Hip-Hop, Samba... o disco é uma mistura do caralho, e por mais heterogênea que possa parecer, tudo se encaixa.

Tá certo que a banda do cara é afiadíssima, e conta com feras como o virtuoso Pedro Selector nos trompetes, e os migs da Rockz: Nobru (no baixo!!!) e Muzak nas guitarras e nos vocais. Numa de suas últimas gravações, pois foi morto no ano de lançamento deste cd, em 2003, Sabotage canta/versa em “Dorobo”.

O Groove de “(Funk) Até o Caroço”, os versos e metais afiados de “Nova Visão”, a clássica “A Verdadeira Dança do Patinho” são só alguns dos melhores momentos desse discaço de 13 músicas.


Entra no meu Top 10 de discos nacionais FÁCIL.  

P.S.: O encerramento do cd com “Processo” e “Prioridades” é catártico.